12 Horas de Sono

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Em mais uma de minhas buscas por novos filmes, encontrei um novo título que passa a ser bastante aguardado por mim. Trata-se do remake de um filme dinamarquês de mesmo nome: Brothers.

Com um elenco agradável, incluindo Natalie Portman, Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire, Brothers consegue levantar essa expectativa, que junto com uma trama interessante forma um bom seguimento. Além do mais, já estava na hora de vermos Maguire em outros papéis. Marcado por Spider-Man, chegou a hora de mostrar se o talento mostrado em Seabiscuit ainda está na agulha.

A trama, que se conduz por trás dos panos de uma guerra no Afeganistão, mostra um soldado – Maguire – que havia sido declarado como desaparecido e morto. Seu irmão – Gyllenhaal – passa a cuidar da família do soldado, que compõe esposa – Portman – e filha. O problema é que esse cuidado acaba atingindo níveis mais íntimos, fazendo com que o irmão se torne realmente um marido e pai substituto. Por outro lado, o soldado é encontrado e está vivo.

Como um bom apreciador de drama, também puxado para suspense, fico animado com a trama inicial. O roteiro tem muita possibilidade de ser bem trabalhado. O trailer demonstrou isso, o que aumentou ainda mais essa minha positividade.

O lançamento acontece dia 4 de Dezembro, nos EUA.

Assistam o trailer

Assim que estiver disponível no youtube irei linkar o vídeo no blog

Alguém já reparou isso? Deixa eu explicar. Os filmes nacionais tem, de uns anos pra cá, mostrado roteiros mais sérios. A maioria aborda a violência e a pobreza brasileira. Eu acho isso muito bom, já que é onde vivemos e sabemos que a realidade é essa. Afinal, o filme acaba sendo alvo de reflexão para nós e uma forma de desabafo dos escritores e diretores. Mas e a comédia? Não a comédia romântica, mas a comédia pura. Onde fica? O cinema nacional usava desse gênero mais frequentemente no passado.

Enfim parece que uma comédia interessante e diferente do que já vimos no cinema nacional chegou. Com um elenco muito bom, incluindo Selton Mello, meu ator brasileiro preferido. Trata-se da comédia A Mulher Invisível. No filme, após o térmio de uma relação, Selton Mello, buscando uma mulher que lhe fosse perfeita, começa a se relacionar com alguém que não existe, vivida por Luana Piovani. Desde então, sua vida parece virar de ponta-cabeça. já imaginou as cenas, né? Não? Então dá uma olhada no trailer à baixo. Eu confesso que dei altas gargalhadas em algumas cenas.

Ainda no elenco estão Fernanda Torres, Maria Luisa Mendonça, Vladimir Brichta, Paulo Betti, Lúcio Mauro e Maria Manoela. O filme estreia dia 5 de Julho.

Obs: Quem assiste a série Battlestar Galactica irá pereceber semelhanças à primeira temporada. Onde um médico conversa com uma mulher sem ela estar lá. Mas como a série é Sci-Fi, a explicação para ela é um implante que proporciona que ela apareça na consciência das pessoas, já no filme, provavelmente é maluquice mesmo.

Mais um bom filme está por vir. E esse, em especial, é um dos títulos que me agrada para esse ano. Por que? Porque o elenco está ótimo, e dentre os atores, um deles é bastante querido meu.

Na verdade, The Taking of Pilham 123 é um remake de um filme com o mesmo título de 1974. A única diferença, até então, já que não assisti ao original, é que no título a numeração do vagão de metrô está escrito por extenso, e não em números: ‘One Two Three’.

A história é a seguinte: No original, Walter Matthau vivia um tenente diante de uma gangue que sequestrava um vagão de metrô em Nova York e exigia resgate em troca dos passageiros. Denzel Washington assume o papel de Matthau – desta vez, um engenheiro de tráfego do metrô – e John Travolta interpreta o líder dos sequestradores.

Pois é, esses são apenas dois nomes do longa. E aquele que eu comentei que é querido por mim é o Travolta. Acho que estava na hora do ator entrar em um projeto interessante. Por mais que goste dele, a coisa estava ficando complicada, já que seus últimos filmes haviam sido ruins. Denzel Washington não me agrada muito, mas é apenas aquela pequena implicância que as vezes temos com um ator, porque todos sabemos que o cara sabe escolher seus projetos e sempre manda bem.

No elenco ainda estão outros dois nomes que me agradam: James Gandolfini e John Turturro.

O remake – que no Brasil se chamará O Sequestro do Metrô – tem estreia marcada por aqui para 04 de setembro.

 

Aqui vão os dois posters: Original e Remake, com o trailer no final

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos que me conhecem bem, sabem que sou super fã do ator Johnny Depp. Infelizmente ele ainda não ganhou seu homenzinho dourado, mas já foi indicado duas vezes. Uma pelo papel em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra e outra por Em Busca da Terra do Nunca. Não me recordo com quem ele estava disputando a estatueta, mas arrisco em dizer que pelo segundo filme teria sido merecido. Tudo bem que Piratas do Caribe mostrou um ótimo Jack Sparrow, mas não é do feitio da Academia premiar atuações naquele estilo.

Por outro lado, Depp já disse que não tem vontade de ganhar o Oscar. Se sente honrado pelas indicações, que já valem por reconhecimento como ator, mas não se sentiria nada bem tendo que subir num palco e falar para tantas pessoas.

Não quero ficar em pé diante de todas aquelas pessoas e ter que agradecer a elas. Isso me assusta demais. As indicações já bastaram. Me senti muito honrado. Na verdade, não ligo para prêmio, ligo para o trabalho. Adoro atuar.

Mas cortando o papo Johnny Depp e entrando no assunto do post, já digo que estou muito empolgado. Há muito tempo acompanho o trabalho do ator. Não é de agora, desde Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador e Edward Mãos de Tesoura ele já me cativava. De um tempo pra cá ele tem feito poucos trabalhos diferentes, o que me incomodava bastante. Eis que ano passado surge uma notícia ótima. Depp estaria no elenco de um filme de gangsters chamado Public Enemies. Pra falar a verdade, eu não me recordo de já ter visto ele segurar uma metralhadora, ou até mesmo uma pistola, e atirar em um filme. Alguém já? Se sim, refresquem minha memória.

A história é uma adaptação do livro de não-ficção Public Enemies: America’s Greatest Crime Wave and the Birth of the FBI, 1933-34, de Brian Burrough, sobre o período imediatamente posterior à quebra da Bolsa de Nova York em 1929. Christian Bale vive Melvin Purvis, o lendário agente do FBI que lidera a caçada humana a John Dillinger (Depp) e seus vários comparsas. O filme está sediado na Universal Pictures e a estreia no Brasil acontece em 3 de julho desse ano.

Ou seja, será muito bom ver Depp fazendo um papel diferente de Jack Sparrow. Foram três filmes seguidos. Depois veio Sweeney Todd que não diferenciou tanto um personagem do outro. Muita maquiagem, muito efeito especial. É um alívio e tanto!

E ontem, dia 04/03, foi liberado o primeiro trailer do filme. Eu adorei de verdade. O figurino e a arte estão maravilhosos. Não deu pra ter muita noção da fotografia, mas também parece estar arrepiando. Muito provavelmente esse papel não dará uma indicação à ele, disso ele pode ficar sossegado. Mas com ou sem indicação, eu espero uma grande atuação, sem trejeitos de pirata.

 

Trailer de Public Enemies

 

Curiosidades

Para quem é fã, assim como eu, do ator, dê uma olhada nos próximos filmes em que ele está envolvido. Alguns estão sendo filmados, outros em pós, pré e em produção e alguns são apenas rumores.

The Imaginarium of Doctor Parnassus – Em pós-produção, para esse ano
Alice in Wonderland (Aline no País das Maravilhas) – Em pós-produção, para 2010
Rango – Filmando, para 2011 (Apenas voz)
The Rum Diary – Em pré-produção, para 2010
The Three Stooges – Anunciado, para esse ano (Apenas rumores)
Sin City 3 – Em produção, para 2011 (Apenas rumores)

Obs: Sin City 2 está previsto para 2010

City Of Ember

Posted on: 12/01/2009

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que há muito tempo eu não assistia a um filme tão interessante. Não sei se o fato de não ter acompanhado a produção, que me levou a não guardar expectativas, tiveram a ver com a minha opinião sobre o filme, o que importa é que vi e gostei muito.

Eu acho super interessante quando acabamos de asssitir um filme e começamos a procurar coisas sobre ele. No início dos créditos, no final do filme, eu li que ele se baseava em um livro. Durante todo o tempo assistindo-o pensei: caramba isso daria um senhor livro. E não é, então, que veio de um? Me pus a procurar e encontrei algo interessante – viu, taí as coisas interessantes que encontramos quando pesquisamos mais a fundo um filme. O livro tem continuações. Não vou dar spoiler, mas o filme acaba com tanto gosto de quero mais que saber dessa informação é um alívio.

A autora do livro, Jeanne DuPrau, criou um mundo, ou uma cidade pra quem assim preferir, onde, além de mínima, depende de um gerador para dar ao habitantes a luz/eletricidade/energia que necessitam. Esse lugar se encontra à baixo de nossos pés, alguns bons metros à baixo do solo. Isso já torna a coisa toda interessante, porém, os detalhes que seguem a história criam uma melhor extrutura. Existem elementos de drama, suspense e uma comédia hilária provida pelo mestre – eu assino embaixo – Bill Murray. Nada escrachado, e sim aquela comédia que só ele sabe dar a Ghost Busters, por exemplo. Ele vive o prefeito da cidade, que mais está preocupado em garantir sua sobrevivência junto a uma boa e farta vida. Mas, pelo que entendi, ele apenas se acomodou, pois nada tinha a fazer já que uma caixa, onde estavam as coordenadas/informações para serem usadas em caso de emergência havia sumido. Essa caixa era passada de prefeito para prefeito, sendo que algo aconteceu com um deles e essa caixa ficou escondida até o dia de se destrancar – o relógio estava ajustado para abrir em 200 anos.

Dentre o elenco principal estão dois adolescentes. Saoirse Ronan (Desejo e Reparação), que interpreta Lina e Harry Treadaway, que interpreta Doon. Lina é uma mensageira. Ela leva mensagens às pessoas da cidade ao custo de 20 centavos – eu não faço a menor idéia de como é feito o dinheiro por lá, não mostrou. Ela foi parente do 7º prefeito da cidade, o prefeito que deixou que a caixa se perdesse. Doon é o filho de um homem, vivido por Tim Robins, cujo qual não sei lhes dizer se é um encanador ou um eletricista. Após conseguir se tornar encanador, descobre que seu pai havia tentado sair da cidade junto com um amigo, mas que a tentativa havia falhado, pois eles não tinham informações suficientes. Lina e Doon possuem a informação que falta e vão atrás da saída de Ember, a cidade das sombras.

Como eu já mencionei, existem continuações do livro. Até onde sei são três constinuações. Quatro filmes não seriam necessários, mas três acho que valeriam muito a pena. Ainda mais abordando as descobertas de um novo mundo completamente desconhecido. Os livros se chamam: The City Of Ember, The People Of Sparks, The Prophet Of Yonwood e The Diamond Of Darkhold.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Brasil apenas o primeiro tem tradução até agora, mas eu sinceramente espero que logo os demais sejam publicados. O primeiro é da eidtora Nova Fronteira – pelo menos a edição de 2005 – e possui 224 páginas.

Sobre o filme, me voltando para o conteúdo técnico, posso dizer que  impressiona na simplicidade do cenário da cidade que se olharmos com cuidado enxergamos muitos detalhes, principalmente nos edifícios. O figurino também é simples e carrega a idéia de que viveremos de trapos no futuro. O roteiro ficou gostoso, nem muito pesado e nem muito banal, mas como ele foi adaptado do livro e ainda não o li, fica difícil dizer se teve um bom resultado como adaptação. O elenco ficou bom, agradável e convincente – a não ser que uma menininha de 2 anos de idade não conte como café-com-leite. A direção de Gil Kenan (A Casa Monstro) foi boa, manteve um nível apurado para um gênero que geralmente leva fama de “infanto-juvenil”.

Não posso deixar de comentar a minha maior fobia durante o filme. Existem insetos gigantes que as vezes aparecem na cidade. Esses insetos são de fora da cidade, e fora da cidade se encontra um lugar bastante modificado da Terra atual. Não fisicamente, mas biologicamente.

Enfim, que venha o segundo filme. Eu sinceramente espero uma boa recepção do público. Minha segunda boa surpresa do ano. Comecei bem.

Seven Pounds

Posted on: 26/12/2008

“Em sete dias, Deus criou o mundo. Em sete segundos, eu destruí o meu”

 

Hoje é sexta-feira, dia 26 de Dezembro, e aproveitando o feriado de Natal, ao invés dos filmes estrearem hoje, o fim de semana começou mais cedo e ontem já estavam à disposição do público. Se eu estivesse nos EUA, minha opção semana passada teria sido Yes Man, porém, as novidades do Brasil são Seven Pounds e Marley and Me. Entre esses dois eu escolho Seven Pounds, e digo: Vale a pena.

Uma das coisas que me ajudou bastante a ter uma boa receptividade foi não saber muito sobre o filme. O trailer indicava alguns pontos que já era possível saber mais ou menos do que se tratava, mas como não procurei ler mais sobre ele, sai na vantagem e com pouca expectativa consegui sentir, quase que como alguém que é deixado em um lugar desconhecido, o que o filme queria mostrar.

O filme começa entregando bastante coisa, mas se engana quem acha que vai entender de cara o que está por acontecer. Will Smith interpreta um “agente do imposto de renda” que de princípio parece ser confuso. Não demonstra o porquê ele está ali, não nos diz o que ele quer, qual seu obejtivo. Mas com alguns minutos de filme já percebemos que “Ben Thomas” – vocês entenderão as aspas após assistirem –  é uma boa pessoa. Machucado, ferido, sem rumo, mas praticamente um anjo.

Sete pessoas. No passado e no presente o número sete é o seu objetivo. Um homem que tinha tudo. Possuía um ótimo trabalho, era casado com a mulher que amava e tinha uma vida maravilhosa, até que o número sete apareceu em sua vida e lhe tirou tudo isso. A culpa se faz presente em todo o filme. Nas expressões de Will Smith é possível perceber a dificuldade que Ben Thomas tem em viver. Ele tenta ir em frente, fazendo suas boas ações, mas seu sorriso é forçado e por dentro ele sabe disso, mas não importa, o importante é fazer quem quer que seja e precise feliz. Apenas resta uma condição: Para ele ajudar alguém, esse alguém deve ser uma boa pessoa.

Passando dias e mais dias procurando nomes que precisem de doações e que sejam compativeis com ele, Ben faz sua lista e começa a reparar o passado. Enquanto ainda caminha, pode ajudar e continuar vivo, mas a história muda quando, além de um cego, encontra uma mulher que precisa de um novo coração para sobreviver. Tudo complica ainda mais quando ele começa a visitá-la cosntantemente e acaba por se apaixonar recebendo reciprocidade no sentimento.

Eu não quero estragar mais do que já estraguei falando sobre o filme aqui. Existem alguns detalhes pelos quais nem comentei e que é melhor nem serem comentados. Esses detalhes envolvem um irmão, um amigo e um animal marinho. Will Smith pode não ter chamado muito público para os cinemas no fim de semana passado, e talvez nesse não mude muito o quadro, seja aqui ou lá fora. Só sei que o filme merece ser assistido, porque é uma lição de vida que junta coragem e bondade em um só lugar.

A direção me agradou bastante. Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) soube levar muito bem a história dificultando entregar tão rapidamente o desfecho, ainda mais colocando elementos que nos fazem ficar confusos – no bom sentido. A edição favoreceu muito para que esses elementos se confundissem de uma boa forma e fossem entendidos mais à frente. O elenco foi ótimo. O roteiro eu nem preciso me prolongar muito: Muito bom.

 

Trailer

“Uma vez, eu quis saber o que era o amor. O amor está lá se você quiser que esteja. Você só tem que ver que ele está envolvido pela beleza e escondido entre os segundos de sua vida. Se não parar por um minuto, pode perdê-lo.”

O tempo não pára. Não pára para nada, seja por um amor, uma brincadeira, um salto, um sorriso, um momento. E quando o estamos disperdiçando? Existe uma fórmula para que saibamos exatamente quando o tempo é bem gasto ou não? Na minha opinião, não. Sempre haverão opiniões diferentes quanto ao tempo que gastamos, mas a mais importante é a opinião própria. Nós gastamos nosso tempo com o que gostamos. Porém, as vezes o tempo gasta a gente.

Cashback retrata muitas coisas: as principais são o amor e o tempo. Uma relação termina e no dia seguinte tudo começa a ficar mais claro. É hora do chão se abrir e caírmos num mar de realidade. O tempo não dá trégua, ele nos sufoca. Vai passando cada vez mais lentamente e nossa mente não deixa que as memórias se percam, nos aprisionando mais ao passado. É aí que precisamos gastar “melhor” o nosso tempo para que tudo tome um rumo. Mas é também importante não deixar de perceber os detalhes da vida, pois na vida há beleza e na beleza há amor. E se parássemos o tempo para perceber esse detalhes da beleza? Seria bom. Além de permanecer onde quiser, o tempo que quiser.

A beleza não é somente o básico que se tem na cabeça hoje em dia. Não é bunda, seios, cabelos, olhos e barriga. Beleza é um composto que até mesmo as dobras formam um conjunto harmonioso. A beleza está em tudo, basta reparar. Pode ser engraçada, séria, encantadora, impressionante, louca ou muitas outras opções. Pare e repare nas belezas, sinta-as, e assim poderá entender melhor o significado delas.

O passado, o presente e o futuro são cheios de segundos, minutos, horas. São lotados de momentos que fazem parte da vida, basta que os percebamos. Um segundo pode mudar tudo, para o bem ou para o mal, mas o amor sabe quando há verdade, existindo aquele segundo ou não.

Vejam Cashback e entendam melhor essas minhas palavras. Vejam um relacionamento terminar, veja o arrependimento bater, vejam os segundos se prolongarem, vejam a dor se instalar, vejam o tempo parar, a beleza ser percebida e o amor se encontrar.

Delicado, mesmo com explicidez. Engraçado, ainda que devagar. Eu os convido a assistir um dos melhores filmes que vi esse ano.

O filme é uma produção inglesa e no elenco temos Sean Biggerstaff, Emilia Fox e Michelle Ryan. Foi lançado em Janeiro de 2007, e acho que não chegou aos cinemas brasileiros.

 

Alguns cartazes do filme

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O trailer e uma pequena cena


Antiguidade

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