12 Horas de Sono

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O título pode até parecer algo bom, mas não é. Enfim chegou ao fim o sufoco que estava presente nos corações de muitos leitores de quadrinhos brasileiros. Infelizmente o fim desse sufoco não pesou para o lado positivo, e mais uma vez fomos esquecidos por uma editora no país.

A Pixel Media, editora que tinha os direitos de publicação dos títulos de quadrinhos do selo Vertigo e WildStorm no Brasil, encerraram seu contrato de exclusividade com a DC depois de dois anos – 2007 e 2008 – publicando diversos títulos em um mix mensal. Segundo o porta-voz do grupo Ediouro, do qual a Pixel faz parte, apenas continurão sendo publicados  Spawn e alguns outros especiais.

Desde Janeiro desse ano – 2009 – a editora sofreu uma reformulação. Com isso, os mix mensais não deram mais a cara nas bancas, para o desespero dos fãs. Passou-se Fevereiro, Março e no fim desse mês – Abril – veio a notícia. Daí tiramos a prova que o descaso das editoras com seus leitores não é coisa de nossa cabeça.

Eu até entendo que as vendas não devem ser altas. Esse problema não tem a ver com a crise atual, mas tem a ver com os títulos em si, afinal, o público que conhece tais quadrinhos não é grande como o público que conhece os títulos da Panini. Quem é fiel ao que lê, dificilmente irá deixar de comprar. Acredito que quem começou sua coleção desde 2007 não deixaria de fazê-lo, a não ser que algo definitivamente impossibilitasse isso. Claro que alguns casos devem ter ocorrido, mas realmente acredito que as vendas do início com as vendas atuais não sejam tão diferentes a ponto de parar a publicação.

Nesse cenário atual, nos restam algumas opções de editoras que possam tomar as rédias e nos abraçar. São elas: Panini – que já publica diversas revistas da DC e Marvel -, Devir – que já publicou muitos títulos de ambos selos, Vertigo e WS – e para finalizar, a Conrad – que também já publicou algumas coisas dos selos.

Eu aposto em um contrato sem exclusividade das editoras, pois assim, todas as três podem escolher os títulos que mais lhe agradem, trabalhar com eles e lançá-los sem que o tempo se torne um inimigo, já que muitos deles ainda permanecem inéditos no Brasil. O mais correto é pensar em encadernados. Mas não encadernados mix, como a Pixel fazia, e sim encadernados de apenas um título. E o mais sensato, no caso, é continuar, pelo menos por ora, o que a Pixel não terminou. Só então, depois disso finalizado, começar a pensar em novidades. Claro que alguns especiais ou minisséries ficam fora dessa idéia.

Duas editoras já deram seu parecer, falando sobre seus interesses agora que a Pixel abandonou os títulos. Mas nada foi confirmado ainda.

Panini:

“O que existe até agora são consultas de mercado de histórias em quadrinhos no Brasil pela DC em função do bom relacionamento que a Panini mantém com eles”

Devir:

“Dizer que a Devir não tem interesse pelos títulos da Vertigo/Wildstorm seria mentira. No entanto, as negociações com a DC não têm sido nada fáceis. Por isso, não podemos afirmar nada de concreto por enquanto”

A Conrad preferiu não se posicionar sobre o assunto.

Enfim, acredito que o melhor seria:

Devir:

– Encadernados de Fábulas, seguindo o padrão das publicações anteriores, e mantendo a sequência de onde parou, dando uma continuídade cronológica favorável. Os volumes sendo iguais ao formato encadernado americano.

– Encadernados de Y: O Último Homem, começando do zero, pois a Pixel deu início ao quadrinho em seu mix e antes do encerramento do contrato, já havia sido paralizada a sua piblicação. Os volumes iguais ao formato encadernado americano, também.

Preacher, desde o início em encadernados.

Lúcifer, desde o início em encadernados.

Obs: A Devir é uma editora que trabalha apenas com volumes luxuosos ou maiores, ou seja, prefere publicação de encadernados, sem uma periodicidade definida.

Panini:

DMZ, com publicações mensais (desde o início).

Hellblazer, com publicações mensais (desde o início).

João das Fábulas, com publicaçõe smensais (desde o início).

Conrad:

Os Livros da Magia, conforme já havia publicado (continuando).

Sandman, conforme já havia publicado.

São muitos títulos bons para se rever, e ótimas editoras a se responsabilizarem. Nos resta aguardar para ver como isso irá ficar. Se é que vai ficar…

Por favor, leitores de quadrinhos, opinem sobre isso nos comentários!!! Deveria ser assim ou de outra maneira? COMENTEM!!!

Já não é novidade, ao menos para quem acompanha os lançamentos de HQs e as lê, que foi lançado recentemente no Brasil uma nova Graphic Novel do mais famoso vilão de quadrinhos: Coringa, o maior inimigo do homem morcego. Eu li, e quero comentar o que achei.

Escrita por Brian Azzarello, o criador de 100 Balas e responsável por muitos bons roteiros do selo Vertigo, a graphic novel traz uma remontagem do personagem para um mundo mais real. Repleta de referências ao submundo da máfia. Coringa está sendo libertado do Asilo Arkham, e não conta como conseguiu isso, diz apenas que seu médico afirmou que ele está curado.

Tudo envolve uma faminta retomada de poder de Gotham, pela qual havia sido perdida enquanto ele – Coringa – se mantinha encarcerado em Arkham. Tudo o que ele possuía se foi. Seus antigos capangas, imaginando que Coringa nunca mais fosse libertado, usaram seu dinheiro, fizeram novas parcerias e tocaram tudo por si próprios. Mas acontece que ele saiu, e está querendo tudo de volta.

Aos poucos ele vai fazendo contato. Com um novo braço direito, Jonny Frost – chamado de Jonny Jonny “carinhosamente” -, todos os mafiosos da cidade começam a ser enfrentados, cobrados e mortos. O protagonista pode ser o personagem título, mas quem narra toda a trama é Jonny Jonny, que aos poucos começa a tomar a forma de um possível protagonista. Uma visão principal do que é ser o Coringa e entender o porquê de tais ações, contando-nos uma história intrigante e forte.

Azzarello acertou em cheio em pôr a história nessa perspectiva de mafiosos, nos envolvendo numa trama mais real a nossos olhos. O próprio Batman, que aparece em umas quatro ou cinco páginas apenas, veste um uniforme simples, composto por borracha e outros materiais normais. Mas, infelizmente, errou feio em prolongar demais o roteiro. A graphic novel tem um pouco mais de 120 páginas, e facilmente eu jogaria 20 dessas páginas no lixo. Arrisco até em dizer que 80 páginas para mim estava de bom tamanho. Alguns personagens foram introduzidos de uma forma errônea, ao meu ver, apenas para chamar público. Nomes como: Duas-Caras, Pinguim e Charada chamam a atenção dos fãs, dando a possibilidade de rever todos esses vilões em apenas uma edição especial. O problema é que alguns foram jogados de qualquer forma na história. Não tiveram importância alguma e poderiam muito bem ter ficado de fora, dando lugar a personagens comuns, como Jonny Jonny.

Duas-Caras foi aceitável, já que fazia parte importante da trama. Azzarello usou, claro, de sua “dupla identidade” para criar uma atmosfera psicológica e ao mesmo tempo bizarra, até certo ponto. Arlequina também não poderia faltar, pois além de dar um elemnto sexy à trama, faz uma dupla perfeita com Coringa, ajudando-o a dar seus passos iniciais em Gotahm após sua libertação. Pinguim não me desceu. Além de ter ficado muito frouxo – tá, até aí tudo bem -, só foi usado como “banco” e “conselheiro”. Um desperdício muito grande. E por fim, Charada, que na minha opinião foi o vilão mais dispensável da história. Esses sim foi um completo uso do termo “encheção de linguiça”. Não vou explicar para não acabar com a graça da expericência de leitura de vocês, mas já dei a minha opinião.

Também está presente o Crocodilo, com uma nova roupagem. Não é tão bizarro como antes. Ainda mantém seu aspecto de pele, mas ficou mais humano, se transformando num negão de 2m de altura e bastante largo em músculos. Só completa o time da nova gangue do palhaço.

Como podem ver, um roteiro grande não é sinônimo de roteirto bom. Azzarello me decepcionou nisso. Achei, sinceramente, que iria ler algo mais próximo de A Piada Mortal, enquanto o que li foi algo que me encantou no início, perdeu o ritmo e a força no meio e fechou em completa inferioridade. Pensei em desistir algumas vezes, mas como já estava perto do final, apertei o botão da esperança, prendi a respiração e li. As últimas páginas mesmo até que deram uma aliviada possibiliando ser dito, pelo menos, um: “É, até que deu pra engolir.”

No fim, acabamos descobrindo que não se trata apenas do Coringa. Não se trata de uma nova caçada para o Batman. Não se trata de busca por poder e matanças. Mas trata-se de uma visão geral externa do que é o Coringa, como já mencionei. Como é seu mundo? Sua cabeça? É possível entendê-la?

Antes de terminar essa postagem, também queria comentar a arte de Lee Bermejo. Isso sim ficou impecável! A arte de Bermejo deu vida à graphic novel e ficou indiscutivelmente maravilhosa. A coloração – essa eu não sei de quem foi – esteve igualmente linda. Por isso, o material como um todo, é merecedor de parabéns. E vale sim, mesmo que com todos esses contras, comprar para conferir.

Obs: Eu li a versão em inglês, por isso, não sei dizer como ficou a tradução da Panini. Se não tiver sido entregue para Jotapê Martins, responsável pela tradução da edição definitiva de Watchmen no Brasil, pode ter ficado boa.

 

Segue algumas páginas da graphic novel e algumas artes de Bermejo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Uma das séries mais celebradas da linha DC/VertigoFábulas está a caminho da televisão. É uma notícia muito interessante para quem quer coisas novas na tv. Tudo tem caído sempre na mesmice, igualmente ao cenários musical, literário e etc. Quando coisas do tipo aparecem, eu costumo ficar ansioso e esperar que tudo saia bem feito e que dê muito certo.

“A rede ABC – a mesma que exibe Lost lá fora – comprometeu-se a realizar um episódio-piloto do programa, baseado na criação de Bill Willingham. Dependendo do resultado, pode haver a encomenda de uma primeira temporada.

“Os criadores e produtores executivos da série Six DegreesStu Zicherman e Raven Metzner estão escrevendo o roteiro. O episódio terá uma hora de duração e direção de David Semel, o diretor do episódio-piloto de Heroes.”

“Na trama, expulsas de suas terras por um violento usurpador, diversas personagens da literatura infantil exilam-se em Nova York. Os mais afortunados (ou seja, com aparência humana e com dinheiro) instalam-se na área urbana, enquanto os animais e outros seres ficam escondidos em uma fazenda. Branca de Neve tornou-se a competente e fria executiva que cuida da vida das fábulas exiladas, enquanto o Lobo Mau, transformado em humano, é o xerife da comunidade. Outras personagens do faz-de-conta têm suas verdadeiras personalidades expostas nas histórias. E nem sempre coincidem com a visão dos contos populares. É o caso do sedutor e aproveitador Príncipe Encantado, do malandro Jack – o João do pé de feijão – e dos Três Porquinhos.”

“”Suas vidas tornam-se interconectadas de várias maneiras. Eles dividem um segredo e uma ligação”, disse Zicherman ao Hollywood Reporter. “Nós teremos uma estrutura que possibilitará que qualquer personagem apareça em qualquer episódio”, comentou Metzner, sem mencionar cronograma. Parece interessante, mas fica a dúvida se a ABC abordará os assuntos mais polêmicos da série adulta, que aliás não são poucos.”

Fábulas é publicada no Brasil pela Pixel Media na revista Fábulas Pixel.

 

Algumas capas da revista


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O texto entre aspas foi retirado do site Omelete.

É com muito orgulho que vos mostro o novo trabalho de Rafael Grampá. O brasileiro está ganhando mais e mais espaço lá fora, já que aqui no Brasil os ilustradores não ganham o reconhecimento necessário para fazerem seu trabalho. É até engraçado isso, não? O cara é brazuca, mas acaba sendo praticamente um gringo. Seu trabalho saiu primeiramente nos EUA, na Comic-Con, para depois vir para cá. Se o Brasil investisse mais nesse tipo de cultura com certeza ia haver uma movimentação maior de grana para o meio. Podemos não ter tanto público alvo como os EUA para os quadrinhos, mas a parcela fiel desse público não é tão pequena assim e vai estar sempre lá para comprar a sua. Enfim…

Mas esse papo é muito denso e pode ser deixado para uma outra oportunidade. O importante é que Rafael Grampá faz um ótimo trabalho e já conseguiu seu espaço. Para quem não sabe ele é o responsável por Mesmo Delivery. Uma HQ com volume único cheia de ricos detalhes, seja na ilustração ou no roteiro. E agora ele está trabalhando em uma história de Hellblazer. Ele foi convidado pelo escritor Brian Azzarello – escritor de Hellblazer por um longo período – para produzir uma histórias de oito páginas. É o primeiro trabalho de Grampá para uma grande editora nos EUA.

Parece que vem coisa boa por aí…

 

Imagens de Mesmo Delivery

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens de Hellblazer

 


Esse negócio de postar um assunto diferente em cada post tem me cansado. Não é sempre, mas tem dias, como hoje, que vou preferir fazer um biscoitinho recheado de vários sabores. Eu gosto de chocolate branco, chocolate preto, morango, baunilha e flocos. Cinco sabores diferentes e que me deixam satisfeito.

Chocolate Branco – 

 

The Curious Case Of Benjamin Button a cada dia que passa me deixa atordoado. Sem dúvida vai ser um filme cinco estrelas por fatores percebidos desde já. Tema original, super diferente de qualquer outra produção já visto por aí. Trata-se de, como o título já supõe, um caso curioso de um homem que nasce velho, aos 80 anos, e ao passar dos anos vai rejuvenescendo. Tudo se desenvolve dentro dessa condição genética através de um relacionamento quando o homem se apaixona. Alguns trailers também já mostraram que o filme promete uma fotografia linda.

No elenco encontramos Brad Pitt e Cate Blanchett como protagonistas. A direção fica a cargo de David Fincher (Zodiac, Fight Club, Seven). Não é a toa que eu espero coisa grande, não é? Nomes fortes rondam a produção e a estória compartilha o mesmo.

O filme estréia em 16 de janeiro no Brasil, com o título O Curioso Caso de Benjamin Button.

 

 

Chocolate Preto

 

Sou adorador das obras de Matt Groening, mas entre Simpsons e Futurama eu opto pelo segundo. Prefiro ver a inconsequência de Bender que as de Homer Simpson, apesar de também adorar o careca barrigudo. Atualmente tem sido lançados alguns longas de Futurama já que a Fox cancelou a série há alguns anos atrás, o que achei um pecado. E como nós fãs não concordamos com esse cancelamento, nos resta apenas acompanhar os longas.

O mais novo filme e último da série chama-se Into The Wild Green Yonder. A trama acompanha o alvorecer de uma nova era verde, mas forças antigas da escuridão – três anos mais velhas do que o próprio Tempo – estão retornando para promover o caos. Enquanto isso, Bender se apaixona por uma robô casada, Leela foge da lei e a equipe do Planet Express pode ter chegado ao fim.

Já assisti aos três longas anteriores e aguardo ansiosamente o lançamento desse quarto que será dia 24 de Fevereiro nos EUA. Depois, pelo visto, vou ficar na saudade.

 

Morango

 



A comédia romântica mais aguardada por mim no momento é Marley & Me. Ano passado eu li o livro de John Grogan pelo qual o filme é adaptado e tive muitas emoções, dentre elas eu ri e chorei. Um dos maiores motivos para essa ansiedade é poder assistir a algumas cenas do livro sendo interpretadas por Jennifer Aniston e Owen Wilson, e claro, rir com as bagunças do labrador Marley – mal posso esperar para ver a galera tentando adestrá-lo.

David Frankel (O Diabo Veste Prada) irá dirigir a adaptação que estréia em Dezembro nos EUA e aqui no Brasil chega dia 16 de Janeiro de 2009. 

Confira à baixo o trailer e uma prévia onde existem cenas inéditas e uma pequena conversa com o diretor e o elenco.

 

Baunilha

 

Coraline está chegando! O livro de Neil Gaiman, um dos meus mestres da literatura e também de quadrinhos foi adaptado para as telonas e está próximo de sua estréia. O livro já tem uma certa idade, mas eu o li apenas no começo desse ano. Parece que eu tenho sorte com essas coisas. Aconteceu o mesmo com The Lord Of The Rings que, alguns meses após eu ter terminado a leitura, estava em pré-produção para uma adaptação cinematrográfica. Para quem quiser ver uma adaptação de livro favorito é só mandar nos comentários o título que eu leio e, se a maldição tradição for seguida, logo será anunciada as filmagens.

A animação Coraline, assim como o livro, conta a história de uma garotinha que vive com seus pais em um enorme e antigo casarão. Acostumada a explorar os vastos jardins e pátios, Coraline fica um dia trancada em casa por causa da chuva, aborrecida. Decide então contar as coisas azuis, as janelas e as portas – e atrás de uma delas acaba achando um universo alternativo, sombrio, estranho e aterrador, onde existem versões de seus pais com enormes botões no lugar dos olhos.

 

Flocos

 

Será lançada uma minissérie de Terminator em quadrinhos e alguns previews já foram liberados na rede. Acho interessatíssmo, mas, vejam bem, eu ainda não entendo porque há tanta mudança quando resolverm desenhar certos personagens. Sarah Connor não tem um corpo escultural, e muito menos é gatíssima. Porém, como podem perceber na amostra aí em cima, a sexualidade não tem limites. Mamilos quase furando a blusa, corpo totalmente tunado, cintura mais fica que de algumas modelos e um quadril exagerado. Não acho necessário isso, mas… Que upgrade, não?

A adaptação The Spirit dos quadrinhos para a telona ganha um novo trailer. Curto, bem curto, mas bem movimentado. Não tenho muitas expectativas sobre o filme, até porque nunca li nada sobre o personagem. Só não posso dizer que não será um puta filme, pois com Samuel L. Jackson entre outros no elenco é de se esperar algo muito bom. Acho até positivo não criar muita euforia, pois já estive assim na espera de alguns filmes e acabei me decepcionando. A direção é de Frank Miller, o que enche ainda mais a bola do título.

O filme estréia em 25 de Dezembro nos EUA. Aqui no Brasil a Sony deve lançar em 16 de Janeiro de 2009.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.


Antiguidade

Ih, é hoje!

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