12 Horas de Sono

Posts Tagged ‘Petróleo

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Esse assunto é bastante complicado de se comentar. Na verdade, eu assumo não ter o conhecimento suficiente para falar à respeito, porém o interesse que o cerca é tão grande que algumas palavras devem ser escritas.

A formação de opinião hoje em dia se diverge tanto que muitas vezes foge-se ao que é ou não real. Uma cortina vem cobrindo o mundo há muito tempo. Isso vem desde a igreja, que é uma grande instituição preocupada com si mesma, assim como as corporações, o governo e religiões em geral. No começo alguém tem a iniciativa de criar uma fórmula a se expandir por uma nação ou pelo mundo a fora e poucas vezes é contrariada. Quando é, no caso de algumas forças mais potentes, o poder faz com que tenham razão e o silêncio novamente volta a reinar.

No meu post anterior, falei sobre o novo presidente dos Estados Unidos, a esperança que cai sobre ele da população e suas promessas para com seu país. Pois bem, é aí que as informações se divergem. Eu não estou aqui para dizer o que é verdade e o que é mentira, mas quando lhe dão a oportunidade de espiar um pouquinho através do véu e se tem certas novidades encrustadas na cabeça, é difícil deixar de ao menos crer que seja possível. Obama disse querer tirar as tropas do Iraque para se concentrar no ressurgimento das forças terroristas da Al Qaeda no Afeganistão. Mas e se alguém virasse agora e dissesse que a Al Qaeda não existe? E se lhe dissessem que até mesmo o terrorista, ou terrorismo, apontado pelos Estados Unidos é uma farsa? Claro que vocês pediriam uma explicação para dar base a essa afirmação. Mas isso não é difícil de se encontrar, ela existe.

Toda essa idéia que agora se mantém fixada na minha cabeça veio através de um documentário. Aliás, é a segunda parte de um documentário bastante famoso para os chamados conspirólogos. Chama-se Zeitgeist Addendum. No fim do post eu vou disponibilizar para quem quiser asssitir. Muita coisa é comentada nele, muita coisa mesmo, e na primeira parte é falado do monopolismo globalista dos Estados Unidos. Fala-se sobre o dinheiro norte-americano, que é gerado através de dividas infinitas. É falado do poder que o país obtém sobre países que não querem cooperar e vão contra o monopólio, principalmente na venda de petróleo e outros recursos. Enfim, muita coisa interessante é posta contra a parede e deixado para que tiremos nossas conclusões. Só aviso uma coisa a vocês, não esperem asssitir e voltarem a ser quem eram, pois a força das informações é grande, e quando nosso cérebro passa a conhecê-las é impossível tirá-la de lá.

Voltando ao assunto terrorismo, algo muito assustador é falado no documentário. Primeiramente um texto é narrado:

O mundo está sendo dominado por um punhado de negócios poderosos que controlam os recusrsos naturais que precisam para viver, enquanto controla o dinheiro que precisamos para obtê-los. O resultado final será um monopólio mundial, baseado não na vida humana, mas em poder corporativo e financeiro. Conforme a desigualdade cresce, claro, mais e mais pessoas se desesperam. Então o sistema foi forçado a criar um novo modo de lidar com quem desafia esse sistema. Assim nasceu o “Terrosrista”.

Outro ponto importante é citado. Quem mata mais? Em 2007 o departamento de desefa americano recebeu 161,8 bilhões para a chamada guerra contra o terrorismo. Em 2004 cerca de 2 mil pessoas tinham sido mortas por supostos atos terroristas. Desse número, 68 eram americanos. O dobro de pessoas morrem de alergia a amendoim por ano. A principal causa de morte nos Estados Unidos são as doenças coronárias, que mata cerca de 450 mil por ano, e em 2007 os fundos para pesquisas nessa área foi de apenas 3 bilhões, 54 vezes menor que os fundos liberados para o departamento de defesa.

O 11/09 muitas vezes já foi apontado por conspirólogos por coisa do próprio governo americano, mas nunca levado a sério. Esse assunto fez até mesmo parte da primeira parte do documentário, que assisti ano passado. Mas como não havia sido explicado a fundo, a segunda parte foi lançada esse ano para tapar esse buraco.

O que mais me abalou no documentário foi um pequeno comentário sobre ações americanas no Afeganistão. Desde a invasão do Afeganistão comandada pelos americanos, em Outubro de 2001, o tráfico de ópio no “Crescente Dourado” disparou. Quando os talibãs tomaram o comando do país, a produção de ópio estava totalmente controlada e baixa, com menos de 8%. Segundo os meios de comunicação americanos, este contrabando, muito rendoso, é protegido por Osama Bin Laden, pelos Talibãs e, evidentemente, pelos senhores da guerra, que desafiam a comunidade internacional. Dá-se a entender que o comércio de heroína “enche os cofres dos Talibãs”. Segundo o Departamento de Estado Americano, “o ópio constitui uma fonte de rendimento de vários milhares de milhões de dólares para grupos extremistas e criminosos. A eliminação da produção de ópio é fundamental para o estabelecimento de uma democracia segura e estável e para a vitória da guerra contra o terrorismo”. Só resta sabermos se isso é realmente verdade. Alguns afirmam que a invasão americana foi justamente para manipular a produção de ópio, gerando heroína, e movimentando essa dinheirama ao redor do mundo até chegar aos cofres do país do Tio Sam. É de certo complicado de se entender. Se a taxa de produção e contrabando de ópio era baixa quando os talibãs essumiram o poder, porque após a invasão americana houve um aumento absurdo que passa facilmente os 100%? Como Osama Bin Laden pode estar envolvido nisso? Aliás, como Bin Laden pode realmente existir e estar tão firmemente no poder mesmo após 7 anos desaparecido? É muita informação para se assimilar.

O Iraque demonstra por si só algo controverso. Onde estavam as armas pelas quais acusaram o país de estar escondendo? Saddam Hussein estava realmente sendo o que disseram ser? Que o país estava em condições precárias não é de se duvidar, mas seria isso culpa dele ou das condições que o país havia levado no decorrer dos anos pelo monopólio americano assim como muitos outros países? O petróleo permanceu livre após a retirada do poder do ditador. O número de venda de petróleo após a queda de Saddam Hussein até 2004 era de 6,4 bilhões de dólares. Desde 2005, com o novo presidente do Iraque nada mudou, e a palavra final dentro do país acaba sendo de você-sabe-quem.

Esse assunto é extenso e gera muita discussão. Para entenderem melhor o que estou tentando dizer, juntamnete com notícias ao redor do mundo, basta assistir aos vídeos do documentário. Bom “divertimento”.

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Para quem quiser assistir ao primeiro documentário, aqui vai. O assunto, assim como o segundo filme, é variado, comentando religião, 11/09 e a moeda americana.


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