12 Horas de Sono

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Alguém já reparou isso? Deixa eu explicar. Os filmes nacionais tem, de uns anos pra cá, mostrado roteiros mais sérios. A maioria aborda a violência e a pobreza brasileira. Eu acho isso muito bom, já que é onde vivemos e sabemos que a realidade é essa. Afinal, o filme acaba sendo alvo de reflexão para nós e uma forma de desabafo dos escritores e diretores. Mas e a comédia? Não a comédia romântica, mas a comédia pura. Onde fica? O cinema nacional usava desse gênero mais frequentemente no passado.

Enfim parece que uma comédia interessante e diferente do que já vimos no cinema nacional chegou. Com um elenco muito bom, incluindo Selton Mello, meu ator brasileiro preferido. Trata-se da comédia A Mulher Invisível. No filme, após o térmio de uma relação, Selton Mello, buscando uma mulher que lhe fosse perfeita, começa a se relacionar com alguém que não existe, vivida por Luana Piovani. Desde então, sua vida parece virar de ponta-cabeça. já imaginou as cenas, né? Não? Então dá uma olhada no trailer à baixo. Eu confesso que dei altas gargalhadas em algumas cenas.

Ainda no elenco estão Fernanda Torres, Maria Luisa Mendonça, Vladimir Brichta, Paulo Betti, Lúcio Mauro e Maria Manoela. O filme estreia dia 5 de Julho.

Obs: Quem assiste a série Battlestar Galactica irá pereceber semelhanças à primeira temporada. Onde um médico conversa com uma mulher sem ela estar lá. Mas como a série é Sci-Fi, a explicação para ela é um implante que proporciona que ela apareça na consciência das pessoas, já no filme, provavelmente é maluquice mesmo.

“Nós na verdade não morremos, o universo não desperdiça nada. Simplesmente nos transformamos”

Sou apenas eu ou todo mundo concorda que o Keanu Reeves sabe escolher bem seus papéis? Não que o filme seja mil maravilhas, mas devido a sua assombrosa falta de expressão um alienígena lhe cai perfeitamente bem. Antigamente até que ele ainda tentava uns papéis de ser humano normal, como em Sweet November, por exemplo, e o mais atual  The Lake House. Mas ele deve ter caído na real e percebido que encaixa como uma luva em personagens de filmes como: Matrix (humano que viveu parte de sua vida numa mentira, através de programas de computadores dentro de uma realidade fictícia), Constantine (um detetive que se envolve com seres ocultos, tais quais demônios e anjos) e agora The Day The Earth Stood Still (um alienígena que é mandado à Terra para verificar se a humanidade tem ou não condição de permanecer viva).

O filme é uma grande produção, isso não de pode negar. O preocupante é que o tema anda meio batido, pois além de se tratar de uma ameaça à Terra, onde Manhattan é o foco principal como sempre, essa ameaça vem do espaço. Já não é de hoje que Hollywood tenta fazer um filme colocando suas idéias de como seria o primeiro contato da humanidade com os seres extra-terrestres, aliás, muitos devem saber que o longa é um remake do primeiro O Dia Em Que A Terra Parou de 1951. Algumas pequenas mudanças foram feitas, mas a mensagem é a mesma.

Klaatu, o personagem interpretado por Keanu Reeves, é um alienígena que vai à Terra nos dias atuais – a data não se confirma, mas deve ser 2008 – com a missão de verificar se a humanidade tem condiões ou não de permanecer viva. No começo do filme, que foi datado da década de 20, um alpinista encontra uma forma esférica congelada enquanto sobe uma montanha. Ao tentar verificar o que é aquilo, acaba por desmaiar e ao acordar não encontra mais nada no local. É nesse momento que a esfera alienígena coleta seu DNA e durante esses anos todos estuda sua estrutura para um melhor entendimento.

A história então começa a se desenvolver. Uma astrobióloga, a Dra. Helen, interpretada por Jennifer Connely, é recrutada para uma operação especial do governo. Chegando ao local, descobre que existe um objeto indo em direção à Terra. O único problema é que esse objeto não é nenhuma forma de asteróide, pois não se movimenta em órbita elíptica e não se mantém em uma trajetória gravitacional, o que denomina que muda de direção e possui um certo tipo de controle. O primeiro contato com a forma alienígena, que é uma esfera esverdeada que parece ser roedado por nuvens, se dá logo perto dos 20 minutos de filme e é quando mais duas novas formas são vistas. Ambas biológicas, a primeira é do tamanho de um humano, mas mantém um corpo parecido com a esfera, a segunda lembra um robô e é gigantesco.

Ao que tudo indica eles possuem intenções pacíficas, mas a recepção humana não é boa e já é efetuado um ataque contra os seres. O primeiro, de tamanho menor, é alvejado pelos militares e é levado para uma sala de cirurgia, onde se constata que a pele que o revestia era apenas uma forma de carapaça e ao retirá-la resta apenas um corpo de estrutura biológica humana. Daí já se explica o começo do filme, onde o DNA humano havia sido coletado.

Daqui pra frente começa uma corrida contra o tempo do alienígena, sendo ajudado pela Dra. Helen. Durante essa correria ele começa a reparar nas ações e reações humanas, onde chega a uma conclusão: os seres-humanos não tem condições de viver mais, pelo menos não dessa forma. Segundo ele nós somos vís, agressivos, destruímos a nós mesmos e achamos que a Terra é nossa. Sim, isso mesmo. A Terra, no filme, não é nossa. A Terra é do universo, faz parte de um todo e devemos tratá-la como nosso abrigo, mas sem possessividade. Como ele mesmo disse: “Se a Terra morrer, vocês morrem. Se vocês morrerem, a Terra sobrevive.”

No fim outra coisa é percebida por Klaatu. Algo que até mesmo ele e seu povo um dia já tiveram que passar: quando estamos à beira do precipício, evoluímos.

A direção não foi lá grande coisa. Os efeitos visuais e sonoros foram bons, mas não foi algo de encher os olhos. Uma esfera e uma poeira metálica não são de nos deixar boquiabertos se comparado com outras produções vistas esse ano e até mesmo anos anteriores. O roteiro eu achei legal, ficou inteligente pelo menos, nada colocado para flutuar sem expliação. As atuações principais também foram boas, nada grandioso, assim como os efeitos, mas deu pra aprovar sem pensar duas vezes.

Enfim, é um filme legal para se divertir numa tarde ou numa noite chuvosa, ainda mais para quem gosta do gênero. Desastres + invasões alienígenas. Eu prefiro os temas mais normais, mas cada um com seu gosto.

26/12 à 28/12

TOP10 EUA – Títulos em negrito equivalem às estréias da semana
(Ordem a seguir: Posição – Nome do filme – Bilheteria da semana)

1| Marley & MeUS$ 37 milhões
2| Bedtime Stories – US$ 28 milhões
3| The Curious Case Of Benjamin Button – US$ 27,2 milhões
4| Valkyrie – US$ 21,5 milhões
5| Yes Man – US$ 16,4 milhões
6| Seven Pounds – US$ 13,4 milhões
7| The Tale Of Despereaux – US$ 9,3 milhões
8| The Day The Earth Stood Still – US$ 7,9 milhões
9| The Spirit – US$ 6,5 milhões
10| Doubt – US$ 5,6 milhões

– Comentário sobre o TOP 10 EUA –

Como eu já havia frisado anteriormente, existiram algumas burrices esse fim de semana lá fora. Estréias de Natal, com um fim de semana repleto de crianças de férias, só podia dar no que deu. The Curious Case Of Benjamin Button estreou com a terceira posição, atrás de Bedtime Stories, novo de Adam Sandler, e Marley & Me. As outras estréias menos aguardadas acabaram ficando para trás.

O maior erro foi acreditar que The Spirit fosse conseguir uma boa bilheteria disputando com tantos filmes assim. O resultado foi que o filme ficou em nono lugar, atrás das estréias da semana retrasada, inclusive de The Day The Earth Stood Still, que já se encontra em sua terceira semana. Quem sabe da próxima vez eles aprendem.

TOP10 BRASIL – Títulos em negrito equivalem às estréias da semana
(Ordem a seguir: Posição – Nome do filme – Bilheteria da semana)

1| Madagascar 2 – R$ 3,5 milhões
2| Marley & Eu – R$ 2,5 milhões
3| Sete Vidas – R$ 2,4 milhões
4| Crepúsculo – R$ 2,2 milhões
5| Coração de Tinta: O Livro Mágico – R$ 808 mil
6| Queime Depois de Ler – R$ 173 mil
7| Um Homem Bom – R$ 129 mil
8| Gomorra – R$ 99 mil
9| Vicky Cristina Barcelona – R$ 93 mil
10| Rede de Mentiras – R$ 88 mil

– Comentário sobre o TOP 10 BRASIL –

Errei feio apostando em Marley e Eu. Mas por outro lado, é bom ver que o público nacional preferiu assistir a alguns títulos que outros. Vicky Cristina Barcelona, Queime Depois de Ler e Gomorra, por exemplo, continuam bem na lista.

Madagascar 2 continuou em primeiro, o que foi uma surpresa pra mim, e Sete Vidas conseguiu a terceira posição. Aliás, a segunda, terceira e quarta posição tiveram um disputa acirrada. Juntas conseguiram mais de R$ 7 milhões.

– Estréias em circuito limitado para Quarta-feira, 31/12 –

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Apostas –

Nesse próximo fim de semana, que acabará sendo prolongado com as festas de fim de ano, deve ter como carro chefe os mesmo filmes de semana passada. Talvez dos títulos que estréiam fique na lista apenas um: Defiance, o novo de Daniel Craig e do diretor Edward Zwick (The Last Samurai e Blood Diamond), mas mesmo assim é pouco provável. O único problema para os títulos de estréia é que serão lançados, provavelmente por ser uma quarta-feira, em circuito fechado. Eu diria que deve ficar mais ou menos assim:

1º – Marley & Me (cerca de 28 milhões)
2º – The Curious Case Of Benjamin Button (cerca de 25 milhões)
3º – Valkyrie (cerca de 18 milhões)
4º – Bedtime Stories (cerca de 17 milhões)
5º – Yes Man (cerca de 12 milhões)
6º – Seven Pounds (cerca de 10 milhões)
7º – The Spirit (cerca de 8 milhões)
8º – The Tale Of Despereaux (cerca de 6 milhões)
9º – Doubt (cerca de 5 milhões)
10º – The Day The Earth Stood Still (cerca de 4 milhões)

– Estréias para Quinta-feira, 01/01/2009 –

 

– Apostas –

Não tenho muito o que pensar. Se Madagascar 2 venceu Marley & Eu semana passada, Bolt vencerá ambos no próximo fim de semana. Sem demora e sem explicações, aqui vai a aposta:

1º – Bolt: Supercão (cerca de 4 milhões)
2º – Marley & Eu (cerca de 3 milhões)
3º – Madagascar 2 (cerca de 3 milhões)
4º – Sete Vidas (cerca de 1 milhão)
5º – Crepúsculo (cerca de 800 mil)
6º – Coração de Tinta (cerca de 500 mil)
7º – Queime Depois de Ler (cerca de 200 mil)
8º – Um Homem Bom (cerca de 100 mil)
9º – Vicky Cristina Barcelona (cerca de 100 mil)
10º – Gomorra (cerca de 100 mil) 

JCVD

Posted on: 11/12/2008

Não, eu não estou aqui para falar de marca de filmadora ou de som. JCVD é o novo filme de Jean-Claude Van Damme. E logo aviso aos fãs de carteirinha que são chegadas em cenas de ação e violência gratuita: não tem nada disso.

Ok, tudo bem que é tem um pouco de violência, mas não é gratuita. Muito pelo contrário, é explicada do início ao fim. E nada que não seja normal do nosso dia-a-dia. A violência tá aí e já virou até algo normal para todos. O que é uma pena. Hoje a gente só se espanta quando uma cabeça é cortada ou quando alguém é queimado vivo, e no caso do filme, assalto a mão armada já é coisa costumeira.

Jean-Claude Van Damme volta a ativa, e volta bem! Eu nunca achei que fosse dizer isso na minha vida, mas definitivamente ele calou a boca de todo mundo que não dava nada pelo filme. Van Damme dá um show de interpretação, onde em algumas cenas nem parece ser ele mesmo. Do início ao fim se mostrou um ator completo, interpretou bem seu personagem – que é ele mesmo – e pôs pra fora seu lado sentimental. Em certo momento, o diretor Mabrouk El Mechri resolveu deixar que Van Damme fizesse um monólogo puxado para o desabafo. A cena teve uma boa caracterização e pulou de um cenário para outro com uma mecânica muito boa. Para mim, é o ponto forte do filme. Também existem cenas mais engraçadas, retratando a própria fama do ator e o assédio, como também outros elementos.

A história ele mesmo define: “O roteiro fala de um cara que é preso várias vezes nos EUA. Alcoólatra, sua vida vai do sucesso ao fracasso. Agora esse cara está deixando os EUA para se renovar, voltar para Bruxelas e ver seus pais. Ele não tem dinheiro e está procurando qualquer papel em filmes de ação para pagar seus advogados pela custódia dos filhos. Daí ele aparece em uma agência do correio onde está acontecendo um assalto, e as pessoas começam a achar que meu personagem faz parte do assalto”.

Se ainda não viu o trailer, assista!

“Uma vez, eu quis saber o que era o amor. O amor está lá se você quiser que esteja. Você só tem que ver que ele está envolvido pela beleza e escondido entre os segundos de sua vida. Se não parar por um minuto, pode perdê-lo.”

O tempo não pára. Não pára para nada, seja por um amor, uma brincadeira, um salto, um sorriso, um momento. E quando o estamos disperdiçando? Existe uma fórmula para que saibamos exatamente quando o tempo é bem gasto ou não? Na minha opinião, não. Sempre haverão opiniões diferentes quanto ao tempo que gastamos, mas a mais importante é a opinião própria. Nós gastamos nosso tempo com o que gostamos. Porém, as vezes o tempo gasta a gente.

Cashback retrata muitas coisas: as principais são o amor e o tempo. Uma relação termina e no dia seguinte tudo começa a ficar mais claro. É hora do chão se abrir e caírmos num mar de realidade. O tempo não dá trégua, ele nos sufoca. Vai passando cada vez mais lentamente e nossa mente não deixa que as memórias se percam, nos aprisionando mais ao passado. É aí que precisamos gastar “melhor” o nosso tempo para que tudo tome um rumo. Mas é também importante não deixar de perceber os detalhes da vida, pois na vida há beleza e na beleza há amor. E se parássemos o tempo para perceber esse detalhes da beleza? Seria bom. Além de permanecer onde quiser, o tempo que quiser.

A beleza não é somente o básico que se tem na cabeça hoje em dia. Não é bunda, seios, cabelos, olhos e barriga. Beleza é um composto que até mesmo as dobras formam um conjunto harmonioso. A beleza está em tudo, basta reparar. Pode ser engraçada, séria, encantadora, impressionante, louca ou muitas outras opções. Pare e repare nas belezas, sinta-as, e assim poderá entender melhor o significado delas.

O passado, o presente e o futuro são cheios de segundos, minutos, horas. São lotados de momentos que fazem parte da vida, basta que os percebamos. Um segundo pode mudar tudo, para o bem ou para o mal, mas o amor sabe quando há verdade, existindo aquele segundo ou não.

Vejam Cashback e entendam melhor essas minhas palavras. Vejam um relacionamento terminar, veja o arrependimento bater, vejam os segundos se prolongarem, vejam a dor se instalar, vejam o tempo parar, a beleza ser percebida e o amor se encontrar.

Delicado, mesmo com explicidez. Engraçado, ainda que devagar. Eu os convido a assistir um dos melhores filmes que vi esse ano.

O filme é uma produção inglesa e no elenco temos Sean Biggerstaff, Emilia Fox e Michelle Ryan. Foi lançado em Janeiro de 2007, e acho que não chegou aos cinemas brasileiros.

 

Alguns cartazes do filme

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O trailer e uma pequena cena

Hein?

Posted on: 04/12/2008

 

Tem coisas que eu não entendo… Mas também não reclamo…

Primeiro!!!

 

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Legendando

Posted on: 24/11/2008

50% dos internautas brasileiros devem conhecer o site Jovem Nerd. Mas para os outros 50% que não conhecem – e por lógico nem mesmo vão passar a conhecer através daqui – venho apresentar uma das atrações mais divertidas de lá – depois do Nerd Cast, claro.

Trata-se do Festival de legendas. Posta-se uma imagem e os leitores do site mandam uma legenda que condiz com a cena. Muitos nerds mandam a sua, e as dez melhores são selecionadas como ganhadoras toda segunda-feira.

Aqui vai a postagem da semana

E os ganhadores da semana

O problema foi arranjar vaga!

– Gamerevil

ÊÊÊÊÊÊÊ Chãozinho gelaaaaaaaaado!
– c3guinh0 / Paranoid Android

Se não fossem essas malditas crianças e esse cachorro!
– Capra

Desde que esteja amarrado, eu não vejo problema…
– David

Ultraman Wins
– Fan Stalker

FDP! Na vaga de deficientes!
– Taylor / Márcel / Murilo / Nerd-Reverso / RafaNimusha

OWNED!!!
– PinguimN / Wesley Pires / Fabio Sales

“Vocês entram em um estacionamento…”
– DungeonMaster

Jurassic Parking
– aNe

Não buzina! Não buzina!!!
– Hyato

Ninguém assalta o Shopping Battlefield. NINGUÉM!
– Euler

Acabei de perceber também que assim posso garantir meu lugar no hall da fama com um 11º lugar – espertinho, hein?

A minha foi: “Blossom Goodchild dá início à construção de seu parque temático.” Pra quem não entendeu, procura pela figura na internet que a ficha vai cair.

Eu já fiz parte dos escolhidos e vou tentando conseguir mais uma vez. A prova está aí embaixo…

You have reached your population limit. Build more farms.
– Gustavo Gaspar

Prova

Acesse o site e mande a sua também. Morro de rir com algumas legendas.


Antiguidade

Ih, é hoje!

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