12 Horas de Sono

Posts Tagged ‘HQ

O título pode até parecer algo bom, mas não é. Enfim chegou ao fim o sufoco que estava presente nos corações de muitos leitores de quadrinhos brasileiros. Infelizmente o fim desse sufoco não pesou para o lado positivo, e mais uma vez fomos esquecidos por uma editora no país.

A Pixel Media, editora que tinha os direitos de publicação dos títulos de quadrinhos do selo Vertigo e WildStorm no Brasil, encerraram seu contrato de exclusividade com a DC depois de dois anos – 2007 e 2008 – publicando diversos títulos em um mix mensal. Segundo o porta-voz do grupo Ediouro, do qual a Pixel faz parte, apenas continurão sendo publicados  Spawn e alguns outros especiais.

Desde Janeiro desse ano – 2009 – a editora sofreu uma reformulação. Com isso, os mix mensais não deram mais a cara nas bancas, para o desespero dos fãs. Passou-se Fevereiro, Março e no fim desse mês – Abril – veio a notícia. Daí tiramos a prova que o descaso das editoras com seus leitores não é coisa de nossa cabeça.

Eu até entendo que as vendas não devem ser altas. Esse problema não tem a ver com a crise atual, mas tem a ver com os títulos em si, afinal, o público que conhece tais quadrinhos não é grande como o público que conhece os títulos da Panini. Quem é fiel ao que lê, dificilmente irá deixar de comprar. Acredito que quem começou sua coleção desde 2007 não deixaria de fazê-lo, a não ser que algo definitivamente impossibilitasse isso. Claro que alguns casos devem ter ocorrido, mas realmente acredito que as vendas do início com as vendas atuais não sejam tão diferentes a ponto de parar a publicação.

Nesse cenário atual, nos restam algumas opções de editoras que possam tomar as rédias e nos abraçar. São elas: Panini – que já publica diversas revistas da DC e Marvel -, Devir – que já publicou muitos títulos de ambos selos, Vertigo e WS – e para finalizar, a Conrad – que também já publicou algumas coisas dos selos.

Eu aposto em um contrato sem exclusividade das editoras, pois assim, todas as três podem escolher os títulos que mais lhe agradem, trabalhar com eles e lançá-los sem que o tempo se torne um inimigo, já que muitos deles ainda permanecem inéditos no Brasil. O mais correto é pensar em encadernados. Mas não encadernados mix, como a Pixel fazia, e sim encadernados de apenas um título. E o mais sensato, no caso, é continuar, pelo menos por ora, o que a Pixel não terminou. Só então, depois disso finalizado, começar a pensar em novidades. Claro que alguns especiais ou minisséries ficam fora dessa idéia.

Duas editoras já deram seu parecer, falando sobre seus interesses agora que a Pixel abandonou os títulos. Mas nada foi confirmado ainda.

Panini:

“O que existe até agora são consultas de mercado de histórias em quadrinhos no Brasil pela DC em função do bom relacionamento que a Panini mantém com eles”

Devir:

“Dizer que a Devir não tem interesse pelos títulos da Vertigo/Wildstorm seria mentira. No entanto, as negociações com a DC não têm sido nada fáceis. Por isso, não podemos afirmar nada de concreto por enquanto”

A Conrad preferiu não se posicionar sobre o assunto.

Enfim, acredito que o melhor seria:

Devir:

– Encadernados de Fábulas, seguindo o padrão das publicações anteriores, e mantendo a sequência de onde parou, dando uma continuídade cronológica favorável. Os volumes sendo iguais ao formato encadernado americano.

– Encadernados de Y: O Último Homem, começando do zero, pois a Pixel deu início ao quadrinho em seu mix e antes do encerramento do contrato, já havia sido paralizada a sua piblicação. Os volumes iguais ao formato encadernado americano, também.

Preacher, desde o início em encadernados.

Lúcifer, desde o início em encadernados.

Obs: A Devir é uma editora que trabalha apenas com volumes luxuosos ou maiores, ou seja, prefere publicação de encadernados, sem uma periodicidade definida.

Panini:

DMZ, com publicações mensais (desde o início).

Hellblazer, com publicações mensais (desde o início).

João das Fábulas, com publicaçõe smensais (desde o início).

Conrad:

Os Livros da Magia, conforme já havia publicado (continuando).

Sandman, conforme já havia publicado.

São muitos títulos bons para se rever, e ótimas editoras a se responsabilizarem. Nos resta aguardar para ver como isso irá ficar. Se é que vai ficar…

Por favor, leitores de quadrinhos, opinem sobre isso nos comentários!!! Deveria ser assim ou de outra maneira? COMENTEM!!!

Anúncios

Para alguns não é novidade, para outros, talvez seja. No meu caso, acaba se tornando um pouco dos dois. Motivo: Sabia da notícia audio-visual, mas não sabia do que se tratava exatamente. E por ter decoberto só agora, eu confesso, foi muito mais gostoso.

Whiteout (Morte no Gelo) é originalmente uma HQ lançada em 1998 nos EUA e em 2007 no Brasil. Primeiramente dividida em quatro capítulos e mais tarde publicada em uma edição única, atualmente disponibilizada pela Devir, aqui no país. Trata-se de uma trama policial, onde algumas mortes começam a acontecer nas estações de pesquisas situadas na Antártida. Uma primeira morte dá início a estória, que se desenrola até o desfecho final, nos mostrando uma grande estratégia movida pela ganância.

Essa semana, Segunda-feira para ser mais exato, eu fui dar uma olhada na livraria e me deparei com esse livreto. A capa chamava a atenção, ainda mais sendo uma publicação da Devir, que convenhamos, é uma editora conhecida por ter preços salgados, mas é também conhecida por tratar muito bem seus títulos, dando-lhes uma qualidade sem igual. Infelizmente o produto estava lacrado, e como eu sou um pouco pé atrás com essas coisas, queria olhar o conteúdo. Minha maior preocupação é o traço da arte. Muitas vezes as capas no enganam. Então, fui até o dono – amigo de longa data – e pedi que ele fizesse uma busca na internet para que eu pudesse olhar algum preview ou review da HQ. Depois de mais de meia hora não encontramos nada além de algumas resenhas. Li e reli a contra-capa do livreto intitulado Whiteout e, mesmo com o pé ainda completamente atrás, confiei nas resenhas e no que a contra-capa prometia me presentear. Levei pra casa. Me custou R$24,90. Como já estava pago, não hesitei. Meti a mão no plástico e abri, louco para matar a minha curiosidade e saber se o dinheiro gasto havia valido a pena. A primeira impressão, eu achei que metade havia sido bem gasto, e metade não. Mas ao começar a ler e prestar mais atenção – seja no roteiro ou na arte – cheguei a conclusão que sim, o dinheiro havia sido bem gasto.

Antes de mais nada, queria deixar os parabéns pelo cuidado que a editora deu à edição definitiva de Whiteout. A capa tem suas peculiaridades. Colorida, com o desenho da personagem principal, Carrie Stetko, uma delegada americana, e com o título em um leve auto relevo, feito com uma camada plastificada brilhosa nas letras. (Não sei o nome técnico disso)

A edição possui 126 páginas e tem o formato de um livro. O criador é Greg Rucka e o ilustrador é Steve Lieber. A arte é em preto e branco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O fato interessante veio mesmo após eu terminar de ler a HQ. Eu me lembrei de algumas fotos que eu havia visto na internet há algum tempo atrás. Além dela já ter me lembrado um pouco o clima de 30 Dias de Noite, com uma pequena diferença: Uma se passa durante a escuridão da região e a outra durante a época de claridade.

Comecei a pesquisar e encontrei o que me mantinha com a pulga atrás da orelha. Whiteout vai virar filme. Aliás, já virou, só não foi lançado ainda. No elenco temos Kate Beckinsale no papel principal da delegada Carrie Stetko. Ainda não saiu nenhum trailer, mas o filme está previsto para estrear em 11 de Setembro nos EUA e 09 de Outubro desse ano no Brasil. Confesso que estou bem otimista, já que a estória é tranquila, fácil de ser contada e bem interessante, pelo menos nas páginas do quadrinho. O filme é dirigido por Dominic Sena (A senha: Swordfish e 60 Segundos).

😉

Já não é novidade, ao menos para quem acompanha os lançamentos de HQs e as lê, que foi lançado recentemente no Brasil uma nova Graphic Novel do mais famoso vilão de quadrinhos: Coringa, o maior inimigo do homem morcego. Eu li, e quero comentar o que achei.

Escrita por Brian Azzarello, o criador de 100 Balas e responsável por muitos bons roteiros do selo Vertigo, a graphic novel traz uma remontagem do personagem para um mundo mais real. Repleta de referências ao submundo da máfia. Coringa está sendo libertado do Asilo Arkham, e não conta como conseguiu isso, diz apenas que seu médico afirmou que ele está curado.

Tudo envolve uma faminta retomada de poder de Gotham, pela qual havia sido perdida enquanto ele – Coringa – se mantinha encarcerado em Arkham. Tudo o que ele possuía se foi. Seus antigos capangas, imaginando que Coringa nunca mais fosse libertado, usaram seu dinheiro, fizeram novas parcerias e tocaram tudo por si próprios. Mas acontece que ele saiu, e está querendo tudo de volta.

Aos poucos ele vai fazendo contato. Com um novo braço direito, Jonny Frost – chamado de Jonny Jonny “carinhosamente” -, todos os mafiosos da cidade começam a ser enfrentados, cobrados e mortos. O protagonista pode ser o personagem título, mas quem narra toda a trama é Jonny Jonny, que aos poucos começa a tomar a forma de um possível protagonista. Uma visão principal do que é ser o Coringa e entender o porquê de tais ações, contando-nos uma história intrigante e forte.

Azzarello acertou em cheio em pôr a história nessa perspectiva de mafiosos, nos envolvendo numa trama mais real a nossos olhos. O próprio Batman, que aparece em umas quatro ou cinco páginas apenas, veste um uniforme simples, composto por borracha e outros materiais normais. Mas, infelizmente, errou feio em prolongar demais o roteiro. A graphic novel tem um pouco mais de 120 páginas, e facilmente eu jogaria 20 dessas páginas no lixo. Arrisco até em dizer que 80 páginas para mim estava de bom tamanho. Alguns personagens foram introduzidos de uma forma errônea, ao meu ver, apenas para chamar público. Nomes como: Duas-Caras, Pinguim e Charada chamam a atenção dos fãs, dando a possibilidade de rever todos esses vilões em apenas uma edição especial. O problema é que alguns foram jogados de qualquer forma na história. Não tiveram importância alguma e poderiam muito bem ter ficado de fora, dando lugar a personagens comuns, como Jonny Jonny.

Duas-Caras foi aceitável, já que fazia parte importante da trama. Azzarello usou, claro, de sua “dupla identidade” para criar uma atmosfera psicológica e ao mesmo tempo bizarra, até certo ponto. Arlequina também não poderia faltar, pois além de dar um elemnto sexy à trama, faz uma dupla perfeita com Coringa, ajudando-o a dar seus passos iniciais em Gotahm após sua libertação. Pinguim não me desceu. Além de ter ficado muito frouxo – tá, até aí tudo bem -, só foi usado como “banco” e “conselheiro”. Um desperdício muito grande. E por fim, Charada, que na minha opinião foi o vilão mais dispensável da história. Esses sim foi um completo uso do termo “encheção de linguiça”. Não vou explicar para não acabar com a graça da expericência de leitura de vocês, mas já dei a minha opinião.

Também está presente o Crocodilo, com uma nova roupagem. Não é tão bizarro como antes. Ainda mantém seu aspecto de pele, mas ficou mais humano, se transformando num negão de 2m de altura e bastante largo em músculos. Só completa o time da nova gangue do palhaço.

Como podem ver, um roteiro grande não é sinônimo de roteirto bom. Azzarello me decepcionou nisso. Achei, sinceramente, que iria ler algo mais próximo de A Piada Mortal, enquanto o que li foi algo que me encantou no início, perdeu o ritmo e a força no meio e fechou em completa inferioridade. Pensei em desistir algumas vezes, mas como já estava perto do final, apertei o botão da esperança, prendi a respiração e li. As últimas páginas mesmo até que deram uma aliviada possibiliando ser dito, pelo menos, um: “É, até que deu pra engolir.”

No fim, acabamos descobrindo que não se trata apenas do Coringa. Não se trata de uma nova caçada para o Batman. Não se trata de busca por poder e matanças. Mas trata-se de uma visão geral externa do que é o Coringa, como já mencionei. Como é seu mundo? Sua cabeça? É possível entendê-la?

Antes de terminar essa postagem, também queria comentar a arte de Lee Bermejo. Isso sim ficou impecável! A arte de Bermejo deu vida à graphic novel e ficou indiscutivelmente maravilhosa. A coloração – essa eu não sei de quem foi – esteve igualmente linda. Por isso, o material como um todo, é merecedor de parabéns. E vale sim, mesmo que com todos esses contras, comprar para conferir.

Obs: Eu li a versão em inglês, por isso, não sei dizer como ficou a tradução da Panini. Se não tiver sido entregue para Jotapê Martins, responsável pela tradução da edição definitiva de Watchmen no Brasil, pode ter ficado boa.

 

Segue algumas páginas da graphic novel e algumas artes de Bermejo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


De um tempo pra cá eu venho percebendo que fiquei um longo período afastado das HQs. Antigamente eu gostava do selo MARVEL, onde eu encontrava Spider-Man, Wolverine, X-Men. pela DC, o máximo que gostei foi Batman. É  engraçado como as coisas mudam. Ainda gosto de Spider-Man e Wolverine, mas não como antes. A roleta girou, e agora estou encantado com o selo VERTIGO, que é da DC.

Eu já conhecia algumas coisas da editora, como: Sandman, Hellblazer e Fables. O difícil era o acesso. Pelo menos o acesso físico, de graphic novels e quadrinhos. Afinal, ter o produto em mãos é outra coisa. Mas isso é assunto pra outra postagem. Agora estou aqui para falar de House of Mystery. Mais uma obra de arte da Vertigo.

A primeira coisa que se deve fazer antes de começar a ler algumas HQs da Vertigo é: Ter certeza que realmente gosta de fantasia. Algumas, se não todas, se baseiam nesse gênero. Um desses exemplos é o título do post.

House of Mystery nos apresenta uma menina, Fig, que sonha incansavelmente com a estrutura de uma casa. Um dia ela recebe a visita de duas aparições em seu quarto e foge, enquanto sua casa começa a desabar. Na fuga, ela entre por uma porta e se vê dentro de um bar muito estranho, onde pessoas e criaturas de todas as formas estão presentes. Pelo que ela pode perceber, nesse bar não se paga com dinheiro, mas com histórias, e assim, ela passa a ouvir muitas. Em sua primeira noite, algo acontece. Na verdade, o bar se ecnontra em uma casa, e essa casa lhe parece muito familiar.

As histórias que são contadas pelos personagens são ótimas. E o melhor, a arte muda durante elas. Geralmente participam da HQ dois desenhistas, e um colorista. O roteiro é de Bill Willingham, criador de Fables, e Matthew Sturges. Não preciso dizer mais nada, né?

Eu posso falar, falar, falar, e  falar que o que vale mesmo é mostrar, né? Pois bem, aqui vai…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

😉

Fables

Posted on: 16/01/2009

Ultimamente eu tenho estado mais interessado em HQs. Não que isso seja anormal, pelo contrário. Sempre fui leitor de Spider-Man e X-Men, por exemplo, mas as que vem me chamando a atenção não passam nem perto do estilo super-herói de ser, muito menos do estilo Marvel de ser. São as revistas da DC/Vertigo. Todo mundo que não seja viciado nessa arte já leu nomes como Neil Gaiman e Alan Moore, e esses dois são bons exemplos de nomes que devem estar escritos no alto da piramide quando o assunto é HQ. Esses dois – e alguns outros – abriram as portas do que podemos chamar de quadrinho adulto. Não são quadrinhos de sexo – bom, as vezes rola – e sim temas adultos no geral. Posso citar dois títulos para melhor mostrar o que isso significa: Neil Gaiman é responsável por títulos como Sandman e Stardust. Já Alan Moore é responsável por V de Vingança.

Com toda essa referência e uma cabeça muito boa para um roteiro cheio de  histórias inteligentes e maravilhosas Bill Willingham nos presenteia com a excelente HQ Fables. Já cheguei a comentar aqui no blog que uma possível série baseada nos quadrinhos estaria sendo cotada para estrear na ABC. Nada ainda está muito certo, mas se acontecer e for bem feito será lindo.

O assunto aqui é HQ, então essa coisa de adaptação para a tv fica no outro post. Eu nunca tinha parado para ler a fundo a criação de Willingham, e quando fiz fiquei boquiaberto. As personagens são muito bem montadas e o resultado é algo quase irreal, completamente divertido de se ler. Na história, as fábulas tiveram que migrar para o mundo da realidade. Como eles gostam de chamar, o mundo mundano. O motivo foi a tomada do mundo das fábulas pelo “adversário” que até onde eu li não havia sido revelado. Para que a ordem fosse levada a sério formou-se um comitê responsável pelo certo e errado aqui no mundo real, e esse comitê é formado por um prefeito e um vice-prefeito. Aliás, uma vice-prefeita. Branca de Neve é a segunda responsável por todas as criaturas de fábulas, senão a primeira, já que tudo é resolvido às suas custas, o prefeito apenas dá as ordens.

Branca de Neve tem uma irmã, Vermelha de Rosa. Dizem que existe uma fábula que trata dessa personagem. Eu mesmo nunca li ou ouvi falar, mas pode ser nova. O Lobo Mau, que recebeu o apelido de Bigby – Big B. (Big Bad Wolf) – também está presente como um detetive, e se mantém sob a pele de um cordeiro, ou seja, na forma humana. Após migrarem para o mundo real, algumas fábulas mudaram e se tornaram “boazinhas”, até porque no mundo real não é permitido confusão, muito menos que a máscara seja quebrada. Assim, então, Bigby ajuda ao comitê a desvendar os mistérios que rondam a cidade. Aliás, todas as fábulas que não possam ter uma forma humana vivem distantes da cidade, morando em uma fazenda na área rural.

Outros personagens também estão na história. Alguns nomes são: João – é, aquele do pé de feijão, que namora Vermelha de Rosa -, a Bela e a Fera – que estão casados há mais de cem anos -, o Príncipe Encantado – que se separou de Branca de Neve logo no início da relação por ter ido pra cama com Vermelha de Rosa -, um dos três Porquinhos, pelo menos até onde eu vi – que vive importunando Bigby por ele ter feito o que fez com ele -, Barba Azul – o temido pirata que matava suas esposas e tem um caso com Vermelha de Rosa -, entre outros.

Ufa! Quantos, não? E olha que eu só li 4 edições. Já foram publicadas mais de 70 lá nos EUA. Aqui no Brasil existem alguns encadernados lançados pela Devir e atualmente a Pixel, da Ediouro, publica edições em mix com outras histórias todo o mês na Fábulas Pixel. O bom é que pelo menos o título chegou aqui. O ruim é que a Pixel anda fazendo uma confusão dos diabos com sua cronologia e publicações. É um troca troca de revista que não para mais.

Claro que existe um meio mais fácil de se conseguir as edições. Esse meio é o de download na internet. Já comentei sobre o site Vertigem que publica esse tipo de quadrinho adulto do selo Vertigo. Mas baixando ou não, estou rezando para que a confusão na Pixel termine para que as publicações possam continuar sem problemas. Eu baixo por não aguentar de curiosidade, mas ler no pc é muito ruim. Além do mais, eu gosto de ter a revista em mãos, ler onde quiser e apreciar a arte impressa, não digitalizada.

Por falar em arte, a de Fables não é das minhas preferidas. Eu gosto do estilo pintura à óleo ou algo parecido. Mais artístico. Mas comparando Fables com Hellblazer, por exemplo, eu prefiro Fables, e isso já é o suficiente. No entanto o traço usado é até importante para inserir detalhes que dão um “q” a mais na HQ.

Nas primeiras edições a história é a seguinte: Vermelha de Rosa está desaparecida. Os principais suspeitos são João e Barba Azul. Ambos já se relçacionaram com ela. João a namora há 4 anos, e Barba Azul é seu amante há 1 ano. Branca de Neve fica arrasada quando sabe da notícia, mesmo estando brigada com sua irmã há décadas. Para investigar o caso, é chamado o “xerife” da cidade. Bigby, o Lobo Mau.

Como podem perceber, a história não é uma fábula em si, e para quem acha que é algo que se prende no humor, está enganado. Na verdade trata-se de uma HQ policial, investigativa, de suspense e com um toque noir. Claro que existem os elementos de humor, ainda mais no sarcasmo de alguns personagens ou diálogos muito bem bolados. Também não se pode esquecer dos elementos visuais que são empregados em alguns cenários. É possível, por exemplo, reparar o gancho do capitão Gancho no escritório de Barba Azul. Foda, não?

Acho que está de bom tamanho o post. Eu recomendo para quem gosta de ler HQ. Para quem não gosta, não adianta. Mas talvez possam tentar, vai que vocês começam a gostar. Porém cuidado, isso vicia e fale pessoas, huahuahuauhahuahua!!!

Quem lembra do desastroso Motoqueiro Fanstasma no cinema? Eu me lembro. Também, não era pra menos. Nicolas Cage como o motoqueiro?  Era pra não dar certo. Não sei, no momento, quem seria mais apropriado, mas definitivamente Nicolas Cage foi uma péssima escolha.

O filme é assistível. Podemos nos divertir vendo ele numa Tela Quente, por exemplo. Mas no cinema, depois de pagar R$ 16,00 não é nada divertido. A HQ do Motoqueiro é muito boa, e quando fazem alguns especiais tranferindo o Motoqueiro para o Cavaleiro é muito melhor. Se eu não me engano, no filme existe um antecessor do Motoqueiro. Um velho que cuida do cemitério e antigamentente havia sido o Ghost Rider. O coroa usa um chapéu de cowboy e parece ter sido da época do Velho Oeste, que atualmente se mescla com a vida urbana.

Depois de começar a ler um desses especiais, onde encontramos o Ghot Rider numa época próxima a do Velho Oeste, é que me dei conta que um filme com essa temática seria incrível. Não sei se é porque eu adoro histórias mais antigas, seja medieval ou western, tô sempre na fila para assistir. A época atual eu já conheço, vivo nela, a fantasia de remontar a história me tira o fôlego. E se existir um “q” a mais então, aí que eu adoro.

Nesse especial em 6 edições chamado: Ghost Rider – Trail Of Tears, até onde eu li – 4º edição – o Ghost Rider está caçando um grupo de homens que vem cometendo uma matança apenas pelo preconceito. negros, putas e outro tipo de gente sofre pelas mãos deles apenas porque o grupo não os acha justos diante sua crença. Ou seja, Deus é bom demais para eles, eles não merecem ser acolhidos nesse mundo. Na história também existe um homem, bem puxado para o estilo cowboy de ser, que também está atrás desse grupo de homens, sendo que ele não busca vingança, e sim justiça. É um conto – sim, eu considero um belo conto – com elementos bem argumentados e até simples de se acompanhar. Vingança, justiça, um cavaleiro fantasma vindo do inferno. Claro que não é nada novo, mas lembrem-se que hoje em dia nada de cria, tudo se copia. Ao menos em partes.

Está aí a minha esperança. Sei que é muito remota a possibilidade disso ser filmado, ainda mais depois do fracasso do filme de Nicolas Cage, mas, a esperança é a última que morre. Algum produtor aí a fim de bancar o projeto? Esse eu garanto que se dá melhor que o anterior. A não ser que chamem o Cage outra vez, daí mela tudo. Ah! E claro. Um diretor de fotografia e um de arte aclamados caíria bem.

Algumas imagens da HQ

Pelo que eu saiba, nenhuma editora publicou o especial por aqui. Espero que um dia chegue, mas caso não conteça, quem quiser ler é só entrar no site Vertigem que lá tem.

Uma das séries mais celebradas da linha DC/VertigoFábulas está a caminho da televisão. É uma notícia muito interessante para quem quer coisas novas na tv. Tudo tem caído sempre na mesmice, igualmente ao cenários musical, literário e etc. Quando coisas do tipo aparecem, eu costumo ficar ansioso e esperar que tudo saia bem feito e que dê muito certo.

“A rede ABC – a mesma que exibe Lost lá fora – comprometeu-se a realizar um episódio-piloto do programa, baseado na criação de Bill Willingham. Dependendo do resultado, pode haver a encomenda de uma primeira temporada.

“Os criadores e produtores executivos da série Six DegreesStu Zicherman e Raven Metzner estão escrevendo o roteiro. O episódio terá uma hora de duração e direção de David Semel, o diretor do episódio-piloto de Heroes.”

“Na trama, expulsas de suas terras por um violento usurpador, diversas personagens da literatura infantil exilam-se em Nova York. Os mais afortunados (ou seja, com aparência humana e com dinheiro) instalam-se na área urbana, enquanto os animais e outros seres ficam escondidos em uma fazenda. Branca de Neve tornou-se a competente e fria executiva que cuida da vida das fábulas exiladas, enquanto o Lobo Mau, transformado em humano, é o xerife da comunidade. Outras personagens do faz-de-conta têm suas verdadeiras personalidades expostas nas histórias. E nem sempre coincidem com a visão dos contos populares. É o caso do sedutor e aproveitador Príncipe Encantado, do malandro Jack – o João do pé de feijão – e dos Três Porquinhos.”

“”Suas vidas tornam-se interconectadas de várias maneiras. Eles dividem um segredo e uma ligação”, disse Zicherman ao Hollywood Reporter. “Nós teremos uma estrutura que possibilitará que qualquer personagem apareça em qualquer episódio”, comentou Metzner, sem mencionar cronograma. Parece interessante, mas fica a dúvida se a ABC abordará os assuntos mais polêmicos da série adulta, que aliás não são poucos.”

Fábulas é publicada no Brasil pela Pixel Media na revista Fábulas Pixel.

 

Algumas capas da revista


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O texto entre aspas foi retirado do site Omelete.


Antiguidade

Ih, é hoje!

outubro 2017
D S T Q Q S S
« set    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

Comentários

[_m-BZ] em Em quem votar?
guxta em Em quem votar?
Malu em Em quem votar?
[_m-BZ] em Em quem votar?
guxta em Diablo III

RSS Twitter/guxta

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Status do Blog

  • 35,310 hits