12 Horas de Sono

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O que acontece quando um filme tem um bom plot, fotografia maravilhosa, algumas boas atuações, uma direção interessante, mas peca na hora do produto final? Quer dizer, existe um potencial, mas em determinado ponto tende a cair de produção e termina num beco sem saída. O que aocntece é que nada acontece. É a realidade de The Book of Eli.

Eli – Denzel Washington – é um homem que sobreviveu à guerra que houve na Terra há cerca de 30 anos. Ele vive por si só, caçando sua própria comida, juntando objetos e trocando-os por outros objetos, ou água, através de cidades e vilarejos que passa. Durante essa guerra, pela qual entendi ter sido santa, todas as bíblias do mundo foram destruídas. Não foi falado sobre os demais livros religiosos, como o alcorão, mas acredito que tenham levado o mesmo fim. Certo dia Eli encontrou um livro de capa dura, bonito, grosso e com uma trava. Em sua capa existia um adorno de cruz, em baixo relevo. Ele estava diante de uma bíblia sagrada. Naquele mesmo momento ele ouviu uma voz, que o mandou seguir à Oeste, levando a bíblia para um lugar seguro, onde a partir dali os ensinamentos divinos poderiam novamente voltar a existir. Temos, definitivamente, um grande potencial. Uma bíblia sagrada em momentos de escassez tão grande faria milagres realmente. A maior parte das pessoas que viviam no mundo eram jovens, e já tinham perdido seus pais. Eram pessoas que necessitavam de esperança e de um líder. Se o livro caísse em mãos erradas, muita coisa ruim poderia acontecer, já que algo tão poderoso, que entra diretamente no coração e na mente das pessoas, poderia servir para utilidade própria de um só homem. Tornando os ensinamentos mentirosos e usando-os de forma incorreta.

O grande erro do filme é ser pretensioso. É quase um filme de cristão para cristãos. Em determinados pontos chega a incomodar, o que não deveria acontecer, já que é uma produção grande e de muitos investimentos. Quem não é cristão ou não tem religião sentirá o mesmo que eu. Para completar existem exageros que poderiam e deveriam ter ficado de fora. Tal qual Eli ser cego, e mesmo assim massacrar quem tenta atingi-lo de alguma forma. Eli lembrar de toda a bíblia e ditá-la ao bibliotecário. Solara – Mila Kunis – pegar as coisas de Eli e dar a atender que não é mais frágil como há alguns meses, colocando em nossas cabeças imagens bizarras de uma versão feminina de Eli. Entre outros que não são tão relevantes, mas estão lá.

The Book of Eli é um filme bonito, com boas cenas de ação e diálogos interessantes. Mas eu gosto de um filme por completo, e o final desse foi de matar.

***

Agora, o que acontece quando um filme não lhe dá expectativas, não gasta horrores, não pretende ser um recordista de bilheterias e no fim se mostra um belo filme? Acontece muita coisa. O sorriso em meu rosto, por exemplo, é algo importante. I Love You Phillip Morris é assim.

Estamos falando de gêneros diferentes de filme. Nesse esperamos por uma comédia, já que Jim carrey está dando vida à Steven Russell. A comédia existe, sutil, como tem sido ultimamente, mas conseguimos encontrar um pouco de drama no roteiro. Steven é um homem que se guardou no armário por alguns anos, até não aguentar mais e resolver sair dele. Assumiu para sua esposa que era gay, que a traía com homens, e foi viver sua vida. Após desistir da carreira de policial, resolveu investir em golpes. Ele conhecia bem os métodos e a burocracia, então não teve receios em começar seus pequenos delitos. Aos poucos foi ficando rico e sempre presenteava seu namorado – Rodrigo Santoro. O problema é que ele saiu do controle e foi preso. Na cadeia ele conheceu Phillip Morris – Ewan McGregor – e se apaixonou. A partir daí começam as hilárias tentativas de fuga da prisão. No filme ele se passa por várias pessoas, e inclusive finge ter várias formações acadêmicas, como: advogado, economista, médico, e por aí vai. É uma boa mistura de O Mentiroso e Prenda-me se for Capaz.

O resultado é muito divertido e vale a pena assistir. Na verdade os dois filmes valem a pena serem vistos. A diferença é que um se conclui muito mal, e o outro se conclui bem. Nem sempre o mais caro é melhor. Hollywood ainda não aprendeu isso.

A minha resposta ao título seria “sim”. O que vi em Bastardos Inglórios foi um novo Tarantino. Antes que atirem a primeira pedra, é melhor eu avisar que não achei o filme ruim. O filme é excelente, com cenas espetaculares e atuações sensacionais. Christoph Waltz me fez rir e ficar impressionado com sua atuação. Brad Pitt, mais uma vez, mostrou que aprendeu a atuar de verdade de uns tempos pra cá. Mélanie Laurent fez uma judia muito da puta e sedenta por vingança como ninguém. Então, não tinha nada de errado, correto? Não, não tinha. A não ser que você, como eu, esperava algo a mais que Tarantino sempre faz questão de nos mostrar.

Também é bom avisar que eu cansei daquele papo de toque Tarantinesco. Por favor, parem com isso! O cara tem umas idéias muito doidas? Tem. O cara escreve coisas boas? Escreve. O cara é um bom diretor? É. O que não podemos é tapar os olhos e acreditar sempre nessa ladainha. As únicas assinaturas dele nesse filme foram a trilha sonora e a edição, o resto qualquer um poderia ter feito. Aliás, se ninguém soubesse quem tinha escrito e dirigido, e a edição e a trilha sonora tivessem sido diferentes – sem capítulos, por exemplo – ninguém acertaria que o filme é dele.

Não estou falando mal do Tarantino, só estou falando que essa coisa toda já cansou. É bom mudar ou mostrar coisas diferentes de vez em quando. Bastardos Inglórios não é melhor que Cães de Aluguel e nem de Pulp Fiction, talvez próximo ou comparável, sem visar gastos e produção. Não gosto de Kill Bill, mas mesmo nele, Tarantino foi além como sempre vai. Bastardos pode ser louco, irreal e tudo mais, mas não tanto quanto os que acabei de citar.

Tarantino está entrando no cinema grande. Desde Kill Bill ele foi aprendendo, e agora parece ter abraçado de vez a fórmula de fazer dinheiro, porém, ainda bem, com requinte. Ele não filma ou escreve qualquer coisa, mas está seguindo o caminho dos demais filmes que vemos por aí, mesmo que com uma certa peculiaridade. Se não fosse por essa peculiaridade, seria apenas mais um. E essa peculiaridade não é o tal toque Tarantinesco, e sim talento. O mesmo talento que muitos outros diretores e roteiristas tem por aí.

No fim, senti que acabou faltando algo, mas isso aconteceu apenas por esperar algo completamente fora de sério, como geralmente seus filmes são. O toque misterioso, seja de um objeto ou de um personagem. Perguntas que ficam no ar, para que nós tenhamos opiniões diversas. Diálogos mais descontraídos ou até mais complexos, beirando o “nada a ver”. O tema do filme, e época, não se aplicaria a coisas assim, mas como é um filme dele, seria justo que tudo isso estivesse presente. Ou seja: ele quis ser simples e direto dessa vez. E conseguiu fazer um filme bom, que mostra algo que praticamente todos gostariam que tivesse sido verdade, e direto ao ponto. Um filme de início, meio e fim. Sem pulos, apenas com uma leve divisão de capítulos que não alteram em nada a sequência dos fatos.

Queria comentar algumas cenas e personagens. Na verdade, todas as cenas são ótimas, mas as cenas em que o Coronel Hans Landa está presente são um show a parte. Logo no início do filme percebemos que ele é um oficial altamente qualificado nas investigações. Apenas uma pessoa o enganou – ou não – no filme. Se você não viu ainda, veja e tire suas conclusões. Sem dúvida ele é o melhor do filme, como ator e personagem.

A cena mais engraçada do filme já é perto do fim, quando já dentro do cinema Landa se encontra com sua mais nova vítima – Bridget – e os três patetas. Aldo Raine tentando falar italiano é hilário: “Riverdeci!” com sotaque americano bem puxado.

Finalmente, a cena mais deliciosa de todo o filme é a da vingança. Aviso no telão e fogo neles, com direito a muitos furos no führer. Confesso que dei um sorriso no estilo psicopata quando a cena estava rolando. Impossível não desejar que algo assim tivesse acontecido.

Enfim… Tarantino mudou. Não deve ficar apenas assim, simples e direto. As vezes ele vai se lembrar que precisa fazer algo como antigamente. Esse revezamento é bom. Mesmo ele sendo considerado único, a mesmice cansa, e com essa mudança ele ganha pontos positivos, já que para ele não significa ficar ruim, apenas diferente do (a)normal.

Em mais uma de minhas buscas por novos filmes, encontrei um novo título que passa a ser bastante aguardado por mim. Trata-se do remake de um filme dinamarquês de mesmo nome: Brothers.

Com um elenco agradável, incluindo Natalie Portman, Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire, Brothers consegue levantar essa expectativa, que junto com uma trama interessante forma um bom seguimento. Além do mais, já estava na hora de vermos Maguire em outros papéis. Marcado por Spider-Man, chegou a hora de mostrar se o talento mostrado em Seabiscuit ainda está na agulha.

A trama, que se conduz por trás dos panos de uma guerra no Afeganistão, mostra um soldado – Maguire – que havia sido declarado como desaparecido e morto. Seu irmão – Gyllenhaal – passa a cuidar da família do soldado, que compõe esposa – Portman – e filha. O problema é que esse cuidado acaba atingindo níveis mais íntimos, fazendo com que o irmão se torne realmente um marido e pai substituto. Por outro lado, o soldado é encontrado e está vivo.

Como um bom apreciador de drama, também puxado para suspense, fico animado com a trama inicial. O roteiro tem muita possibilidade de ser bem trabalhado. O trailer demonstrou isso, o que aumentou ainda mais essa minha positividade.

O lançamento acontece dia 4 de Dezembro, nos EUA.

Assistam o trailer

Assim que estiver disponível no youtube irei linkar o vídeo no blog

Creio que essa postagem é a que, até hoje, mais apertou o meu coração. Em 2006 é lançado no Brasil O Código Da Vinci. Eu, como um bom apreciador do tema, do qual envolve mistérios históricos e conspirações religiosas, após ler a sinopse, comprei o livro sem pensar duas vezes. Mais tarde, acompanhando a febre, é lançado outro título do autor: Anjos & Demônios. Eu que estava encantado com o primeiro – ele foi o responsável pelo meu pentagrama tatuado no pulso direito -, me deliciei com o segundo e o tomei como o meu preferido do autor. Em seguida é anunciada a adaptação de O Código Da Vinci para o cinema, e depois, a adaptação de Anjos & Demônios. E é aí que a minha decepção tem início.

Em O Código Da Vinci, contrariando muitas opiniões pelo mundo a fora, eu me satisfiz assistindo ao filme. Fui na estreia e adorei. Não me importava com as críticas. O importante era eu ter gostado. Quando li que Anjos & Demônios seria adaptado, me vesti numa expectativa enorme e mais uma vez cai nas garras da decepção. Ora, quem nunca se sentiu assim? A expectativa é algo que nos consome de uma tal maneira que é quase impossível ter uma boa experiência quando chega o dia tão esperado. Eu, na verdade, já sabia disso. Muitas vezes me armei de expectativas grandes demais para depois comprovar que ela estragaria o produto final. Mas assim como é impossível ver algo bom no dia tão esperado, é impossível não ter grandes expectativas quando se gosta muito de determinado coisa.

Anjos & Demônios não me deixou mais decepcionado pelo fato de eu gostar demais do tema abordado. Situações tensas que misturam religião, história, conspirações, sociedades secretas, etc. Resumindo: é um apanhado de mistérios, que misturam os fatos com a ficção. Mas infelizmente Ron Howard quis transportar o livro para as telas de uma forma muito crua. Isso me incomodou. Primeiro porque acarretou em um filme longo demais, que beirou – ou até conseguiu concretizar – a chatice. Afinal, se eu quero algo longo e detalhado demais, onde tudo deve ser explicado por palavras do persnagem, eu leio um livro ou assisto a um documentário. É certo que O Código Da Vinci também abusou um pouco disso, mas de alguma forma, não me cansou. Não me fez querer que, em uma hora e quarenta minutos de filme, estivesse acabando. Me prendeu, me deu personagens mais bem trabalhados.

Talvez o erro tenha sido no elenco. Em Anjos & Demônios quem realmente me fez aguentar mais de duas horas de filme foi Tom Hanks. Ewan McGregor bem que tentou o acompanhar, mas não conseguiu. Não me convenceu em nenhum momento que era realmente um carmelengo ou integrante praticante do catolicismo. Parecia que eu estava vendo o que na verdade eu estava vendo. Ou seja: um ator, com seu texto decorado, falando, falando e falando sem parar. Já em O Código Da Vinci é possível ir junto com os personagens. É possível se envolver e não imaginar que aquilo é apenas um filme. Tom Hanks igualmente maestral. Ian McKellen simpático, carismático, carrancudo e apaixonado. Jean Reno um pouco fechado, mas dando vida ao seu personagem de forma excepcional. Alfred Molina e Paul Bettany não muito grandiosos, mas cumplices e altamente bem colocados em seus devidos lugares. E por fim, Audrey Tautou numa doce interpretação, que deu um banho de água fria na nova “acompanhante” de Robert Langdon em Anjos & Demônios.

A fotografia de ambos é linda. A trilha sonora idem. A edição um pouco embolada, em ambas as adaptações, mas bem melhor na primeira. Um roteiro discreto em alterações adaptáveis, que ficou altamente claro que não era a ideia de Ron Howard em fazê-lo. Uma direção contestável, assim como muitas outras direções do mesmo diretor. Tudo muito balanceável, com acertos e erros. E no fim, posso afirmar que: Como filme O Código Da Vinci é melhor, e Anjos & Demônios funciona como livro, pois a única diferença entre os dois – livro e filme de A&D –  está no audio-visual, pois é o mesmo que reler de uma forma 2.0 – com algumas péssimas modificações e ausências, claro. É possível que no conforto de casa Anjos & Demônios melhore um pouco, porque, pelo menos, pode-se dar pause e ir ao banheiro ou dar uma volta pela casa.

Para alguns não é novidade, para outros, talvez seja. No meu caso, acaba se tornando um pouco dos dois. Motivo: Sabia da notícia audio-visual, mas não sabia do que se tratava exatamente. E por ter decoberto só agora, eu confesso, foi muito mais gostoso.

Whiteout (Morte no Gelo) é originalmente uma HQ lançada em 1998 nos EUA e em 2007 no Brasil. Primeiramente dividida em quatro capítulos e mais tarde publicada em uma edição única, atualmente disponibilizada pela Devir, aqui no país. Trata-se de uma trama policial, onde algumas mortes começam a acontecer nas estações de pesquisas situadas na Antártida. Uma primeira morte dá início a estória, que se desenrola até o desfecho final, nos mostrando uma grande estratégia movida pela ganância.

Essa semana, Segunda-feira para ser mais exato, eu fui dar uma olhada na livraria e me deparei com esse livreto. A capa chamava a atenção, ainda mais sendo uma publicação da Devir, que convenhamos, é uma editora conhecida por ter preços salgados, mas é também conhecida por tratar muito bem seus títulos, dando-lhes uma qualidade sem igual. Infelizmente o produto estava lacrado, e como eu sou um pouco pé atrás com essas coisas, queria olhar o conteúdo. Minha maior preocupação é o traço da arte. Muitas vezes as capas no enganam. Então, fui até o dono – amigo de longa data – e pedi que ele fizesse uma busca na internet para que eu pudesse olhar algum preview ou review da HQ. Depois de mais de meia hora não encontramos nada além de algumas resenhas. Li e reli a contra-capa do livreto intitulado Whiteout e, mesmo com o pé ainda completamente atrás, confiei nas resenhas e no que a contra-capa prometia me presentear. Levei pra casa. Me custou R$24,90. Como já estava pago, não hesitei. Meti a mão no plástico e abri, louco para matar a minha curiosidade e saber se o dinheiro gasto havia valido a pena. A primeira impressão, eu achei que metade havia sido bem gasto, e metade não. Mas ao começar a ler e prestar mais atenção – seja no roteiro ou na arte – cheguei a conclusão que sim, o dinheiro havia sido bem gasto.

Antes de mais nada, queria deixar os parabéns pelo cuidado que a editora deu à edição definitiva de Whiteout. A capa tem suas peculiaridades. Colorida, com o desenho da personagem principal, Carrie Stetko, uma delegada americana, e com o título em um leve auto relevo, feito com uma camada plastificada brilhosa nas letras. (Não sei o nome técnico disso)

A edição possui 126 páginas e tem o formato de um livro. O criador é Greg Rucka e o ilustrador é Steve Lieber. A arte é em preto e branco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O fato interessante veio mesmo após eu terminar de ler a HQ. Eu me lembrei de algumas fotos que eu havia visto na internet há algum tempo atrás. Além dela já ter me lembrado um pouco o clima de 30 Dias de Noite, com uma pequena diferença: Uma se passa durante a escuridão da região e a outra durante a época de claridade.

Comecei a pesquisar e encontrei o que me mantinha com a pulga atrás da orelha. Whiteout vai virar filme. Aliás, já virou, só não foi lançado ainda. No elenco temos Kate Beckinsale no papel principal da delegada Carrie Stetko. Ainda não saiu nenhum trailer, mas o filme está previsto para estrear em 11 de Setembro nos EUA e 09 de Outubro desse ano no Brasil. Confesso que estou bem otimista, já que a estória é tranquila, fácil de ser contada e bem interessante, pelo menos nas páginas do quadrinho. O filme é dirigido por Dominic Sena (A senha: Swordfish e 60 Segundos).

😉

Alguém já reparou isso? Deixa eu explicar. Os filmes nacionais tem, de uns anos pra cá, mostrado roteiros mais sérios. A maioria aborda a violência e a pobreza brasileira. Eu acho isso muito bom, já que é onde vivemos e sabemos que a realidade é essa. Afinal, o filme acaba sendo alvo de reflexão para nós e uma forma de desabafo dos escritores e diretores. Mas e a comédia? Não a comédia romântica, mas a comédia pura. Onde fica? O cinema nacional usava desse gênero mais frequentemente no passado.

Enfim parece que uma comédia interessante e diferente do que já vimos no cinema nacional chegou. Com um elenco muito bom, incluindo Selton Mello, meu ator brasileiro preferido. Trata-se da comédia A Mulher Invisível. No filme, após o térmio de uma relação, Selton Mello, buscando uma mulher que lhe fosse perfeita, começa a se relacionar com alguém que não existe, vivida por Luana Piovani. Desde então, sua vida parece virar de ponta-cabeça. já imaginou as cenas, né? Não? Então dá uma olhada no trailer à baixo. Eu confesso que dei altas gargalhadas em algumas cenas.

Ainda no elenco estão Fernanda Torres, Maria Luisa Mendonça, Vladimir Brichta, Paulo Betti, Lúcio Mauro e Maria Manoela. O filme estreia dia 5 de Julho.

Obs: Quem assiste a série Battlestar Galactica irá pereceber semelhanças à primeira temporada. Onde um médico conversa com uma mulher sem ela estar lá. Mas como a série é Sci-Fi, a explicação para ela é um implante que proporciona que ela apareça na consciência das pessoas, já no filme, provavelmente é maluquice mesmo.

Mais um bom filme está por vir. E esse, em especial, é um dos títulos que me agrada para esse ano. Por que? Porque o elenco está ótimo, e dentre os atores, um deles é bastante querido meu.

Na verdade, The Taking of Pilham 123 é um remake de um filme com o mesmo título de 1974. A única diferença, até então, já que não assisti ao original, é que no título a numeração do vagão de metrô está escrito por extenso, e não em números: ‘One Two Three’.

A história é a seguinte: No original, Walter Matthau vivia um tenente diante de uma gangue que sequestrava um vagão de metrô em Nova York e exigia resgate em troca dos passageiros. Denzel Washington assume o papel de Matthau – desta vez, um engenheiro de tráfego do metrô – e John Travolta interpreta o líder dos sequestradores.

Pois é, esses são apenas dois nomes do longa. E aquele que eu comentei que é querido por mim é o Travolta. Acho que estava na hora do ator entrar em um projeto interessante. Por mais que goste dele, a coisa estava ficando complicada, já que seus últimos filmes haviam sido ruins. Denzel Washington não me agrada muito, mas é apenas aquela pequena implicância que as vezes temos com um ator, porque todos sabemos que o cara sabe escolher seus projetos e sempre manda bem.

No elenco ainda estão outros dois nomes que me agradam: James Gandolfini e John Turturro.

O remake – que no Brasil se chamará O Sequestro do Metrô – tem estreia marcada por aqui para 04 de setembro.

 

Aqui vão os dois posters: Original e Remake, com o trailer no final

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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