12 Horas de Sono

Cinema em casa – Grindhouse

Posted on: 22/11/2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grindhouse é a dobradinha onde os cineastas Quentim Tarantino e Robert Rodriguez resolveram fazer algo bastante peculiar. Isso a maioria das pessoas já deve saber. Pelo menos as que são fãs de cinema e consequentemente apreciam os trabalhos de Tarantino. Para explicar melhor, Grindhouse é o nome usado antigamente nas salas de cinema que exibiam filmes de terror ou violência acentuada numa mesma noite. Como os dois são grandes fãs do gênero quiseram homenagear os velhos tempos dando o nome ao esquema dos filmes como se fossem parte de uma sessão dessas. Mas não pára por aí, a pós produção e o visual foram feitos levando em conta a época. Nos dois filmes existem efeitos que remetem a falhas na reprodução do material, como se ou a aparelhagem ou o rolo de filme fosse antigo. Mas a época em que a história é contada não se pode definir. Ao mesmo tempo em que vêmos roupas, bares, penteados etc. como se fossem de outra década em Death Proof, também vêmos celulares e carros atuais. Já em Planet Terror isso não foi mostrado, mas o teor Cult permaneceu como prioridade.

PLANET TERROR

O primeiro filme da sessão fictícia é escrito e dirigido por Robert Rodriguez. Aqui, ao contrário do que pensei, não nos deparamos com zumbis propriamente ditos. Claro que pode-se chamar de zumbis pelo fato dos pobre coitados serem deformados e meio lelés. Os “zumbis” estão mais para Resident Evil. São pessoas que foram infectadas por uma gás tóxico e devoram outras pessoas, espalhando a contaminação.

Um pequeno grupo da cidade consegue se salvar dos ataques e planejam a fuga. Uma equipe militar que precisa do material tóxico para sobreviver tenta impedi-los, pois nesse grupo está também o cientista responsável pelo gás e apenas ele possui o material necessário para supri-los. Comça, então, uma guerra entre os sobreviventes e os militares que acabam se tornando “zumbis”.

DEATH PROOF

Nesse segundo filme da sessão fictícia escrito e dirigido por Quentim Tarantino somos apresentados a três jovens amigas. As amigas estão se preparando para comemorar o aniversário de uma delas. Durante a viagem elas conhecem um homem estranho que diz ser um dublê de filmes em cenas de acidentes de carro. Daí vem o título do filme, pois o carro seria à prova de morte. Conversa vai, conversa vem e a coisa começa a ficar agitada. O tal dublê, que chama-se Stuntman Mike e é interpretado por Kurt Russel, mostra ser um psicopata que gosta de encontrar belas garotas e matá-las com o seu carro à prova de morte. A primeira vítima morre achando que havia ganhado uma carona para casa, e logo as três amigas também morrem após o carro delas se chocar violentamente contra o dele.

Passam-se seis meses e Mike está atrás de novas vítimas. Elas são encontradas. Porém, entre esse novo grupo existem duas mulheres que também trabalham como dublês e ao invés de se dar bem, Mike se dá muito mal.

Não vou prosseguir contando o que vem depois porque vale a pena assistir. Tarantino, como sempre, teve uma boa idéia e acima de tudo original. Sempre colocando suas peculiaridades no decorrer do filme junto com os personagens.

CONCLUSÃO

Para a proposta de se voltar para as sessões duplas de Grindhouse eu achei Planet Terror melhor. Por um lado ele é mais despreocupado com detalhes e acaba divertindo mais o público. Sem contar com algumas cenas engraçadas que são colocadas. Já Death Proof, de Tarantino, é bom, mas além de ser mais parado se prende nos detalhes e se preocupa em levar a coisa mais a sério. Ou seja, são dois bons filmes. Sendo que cada um tem a sua visão e maneira de serem assistidos.

Como os filmes foram separados para serem melhor aproveitados comercialmente, dá pra ter a liberdade de escolher qual ver primeiro de acordo com o humor do dia. Caso esteja cansado e queira apenas se divertir, veja Planet Terror. Por outro lado, se estiver a fim de um filme que tenha uma trama mais interessante e alguns elementos mais sérios, opte por Death Proof. Bem simples.

Para quem quiser mais detalhes dos filmes, do início ao fim, eu indico esse site.

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1 Response to "Cinema em casa – Grindhouse"

Pra resumir a ópera… Eu prefiro Grindhouse!

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