12 Horas de Sono

Simples e rápido…

Publicado por: guxta em: Outubro 5, 2009

A mãe Dinah me mandou como ficará o final do Brasileirão


Infelizmente o Mengão não será campeão, mas estará na Libertadores!!!

;)

Noturno

Publicado por: guxta em: Setembro 25, 2009

Resolvi escrever sobre um livro. Resolvi que esse livro fosse sobre vampiros. Resolvi escolher esse da imagem. Por que? Bom, porque essa postagem antecede minha opinião, de uma forma geral, sobre esses tão aclamados – ou não – livros do gênero. Por enquanto, até a próxima postagem não ficar pronta, eu escrevo essa e comento o livro Noturno, de Guillermo Del Toro e Chuck Hogan.

Antes de mais nada queria começar tentando desvendar quem, de fato, escreveu Noturno. É uma tarefa difícil, pois essa informação não foi bem passada para a mídia. Porém, segundo muitas conversas que aparecem por aí, parece que ambos o escreveram, com a diferença que um deles mais que o outro. Del Toro teve a idéia. Depois, juntando várias peças, aqui e ali, formulando idéias secundárias e algumas outras criações que fermentassem a estória passou a bola para Hogan. Isso é um tanto quanto lógico, já que o autor de livros na verdade é Chuck Hogan. Há quem diga que os manuscritos foram passando de um para o outro, onde acontecia a edição e adição de algo que poderia ser encaixado para deixar o livro melhor. O fim é esse: é terminado a primeira parte da Trilogia da Escuridão.

Deixando essa pequena discussão de lado, é hora de entrar na parte que interessa. O livro é bom ou ruim? Na verdade, eu já estive prestes a jogar ele fora. De verdade. Depois pensei em dá-lo a alguém de presente. Tenho alguns amigos que gostam de ler, e a maioria prefere exatamente esse tipo de ficção. Mas eu consegui ir além e cheguei ao fim do livro. Foi um pouco arrastado, confesso, mas consegui. Demorei perto de uma semana e meia para terminar um livro de aproximadamente 450 páginas. O que isso significa? Ele começou agradável – isso eu digo apenas para o prólogo -, se estendeu até o meio de uma forma intragável e finalizou razoavelmente. Razoável não é algo bom para um livro, ainda mais que carrega um nome tão forte estampado na capa. Só quero salientar que, antes de deixar de ler porque não gostou do comentário ou porque acha que já sabe que o livro é razoável, continue a ler. Nem tudo agrada a todos, e o que vem a seguir pode te fazer mudar de idéia.

Algumas pessoas chamaram a minha atenção dizendo que o livro deve ser tratado como algo cinematográfico, afinal o autor do livro, ou um dos autores, é um cineasta. Eu respondi: E daí? Chuck Hogan, pelo que sei, também se envolve com cinema. Ele faz trailers e sabe que um trailer bom é um trailer que vai direto ao assunto. Que não mostre o que se deve esconder, mas que faça algo se movimentar em nosso estômago de vontade de assistir aquilo. Hogan já escreveu outros livros, nunca os li, mas pelo que pude falar com pessoas que o fizeram, ele soube separar as coisas. Isso é algo que deve acontecer. Não importa se o autor é um cineasta ou não, as coisas são completamente diferentes. Audiovisual é audiovisual, literatura é literatura. Mesmo que exista alguns elementos peculiares de um cineasta em um livro, os dois mundos devem ser separados. Isso não aconteceu de imediato, e é por isso que o livro permanece quase morto da página 15 até perto da página 200. Depois disso a coisa começa a se desenvolver melhor.

- SPOILER -
ON

O livro trata de vampiros, como já mencionei antes. O interessante disso é que não são os costumeiros vampiros que vemos por aí. Em Noturno os vampiros são patogênicos. Não trata-se de uma maldição propriamente dita, e sim de um vírus que interage no organismo de um ser vivo. Ou seja: um parasita entra em seu hospedeiro e começa a modificá-lo para seu próprio benefício. Parece algo interessante, não? Foi por isso que comprei. Essa modificação que mencionei é algo que beira a monstruosidade. Ao invés de termos os famosos e simbólicos dentes vampirescos que fazem o furo no pescoço de suas vítimas para sugar seu sangue, temos uma espécie de ferrão, movimentado por um músculo alongado em formato de língua. Através dessa coisa é que o vampiro – ou strigoi, como um dos personagens os chama – suga o sangue da vítima. Não existe seleção. Cada vítima atacada, que não é morta, é infectada. O que ficou um pouco fora da originalidade prometida pelos autores, como um livro de vampiro verdadeiramente voltado para o terror, foi o uso de um Clã antigo, do qual os vampiros participam, contendo 7 no total. Onde esse sétimo é o responsável pela quebra de um pacto muito antigo.

A estória começa com um avião que estava pronto para pousar no aeroporto JFK, em Nova York, mas algo estranho acontece lá dentro antes mesmo dele chegar ao chão. Os passageiros, após feita a checagem, parecem estar mortos, quando na verdade estão devidamente infectados e em pouco tempo se transformarão em vampiros. Cabe a um velho, inimigo antigo dos strugoi, e dois membros do Controle de Prevenção de Doenças exterminar esse mal. Isso envolve ter que matar amigos e crianças. Envolve mortos fugindo de necrotérios durante a noite. Envolve uma manipulação pelo poder mundial.

- SPOILER -
OFF

Na minha opinião, o livro finalizou de forma razoável, como já disse. E explico: quem quer que tenha escrito a parte que achei ruim, se prende muito a detalhes técnicos que não são tão importantes. Detalhes são bons, quando bem usados, já detalhes dos detalhes tornam o livro maçante em demasia. Por sorte, além da página 200 a estória começa a tomar um rumo mais lógico e passa a ser guiada por uma narração mais direta e objetiva. Tornando, pelo menos, uma leitura mais dinâmica, enquanto antes era preciso ler vagarosamente para não perder alguns significados. Isso não quer dizer que a leitura dinâmica dada ao livro torna-o bom. Um livro tem que nos prender, não é? Noturno não faz isso. Em algumas passagens é possível ficar tenso ou ansioso para saber o que vai acontecer, mas as constantes pausas de uma cena para outra fazem com que isso se quebre. Quero dizer; além de ser dividido em capítulos, dentro de cada um há vários cortes de núcleos. Enquanto estamos prestes a presenciar um ataque, tudo finaliza com um: “Então ela percebeu algo entrando pela ferida de seu braço e a dor foi alucinante.” ou “Ao perceber melhor a escuridão que tomava conta daquele canto do quarto, viu dois olhos. Ao dar mais um passo um ruído saltou para cima de seu corpo e o grito abafou a noite.” – o que vem a seguir são pulos pelos quais nunca teremos acesso.

Uma outra mania que me irrita em um dos autores é a de sustentar em inúmeras passagens a frase: “balançou a cabeça”. Não é dito se o balançar da cabeça é positivo ou negativo, o personagem apenas balança a cabeça. Temos que seguir uma lógica toda para talvez descobrir o sentido correto daquele ato.

Tome cuidado com Noturno. Você pode odiar, pode amar, ou pode ficar indiferente, como eu. Não sei se vou ler a trilogia. Não sei se vou comprar o segundo livro. Não sei o que vou fazer com esse meu exemplar. Só sei que comprei um produto esperando algo a altura de Del Toro e me decepcionei. Não podemos ser bons em tudo, não é? Mas parece que o livro vai virar filme, porque não? Talvez a coisa dê uma melhorada.

O melhor diretor do mundo e o Anticristo

Publicado por: guxta em: Setembro 18, 2009

Eu não diria tanto, mas foi o que ele disse. Lars Von Trier afirmou ser o melhor diretor do mundo durante a coletiva de imprensa do filme Anticristo. Mas o assunto aqui não é esse, e sim o filme em si.

Eu já havia lido sobre o filme. Eu já havia assistido o trailer. Eu não estava dando a mínima pra ele. Na verdade, o título em questão chama a atenção, ainda mais com tal diretor, só que após todo esse trajeto não consegui associar a idéia ao nome. Agora, após assistir ao filme, entendo o porquê. Nem sempre os filmes intitulam-se como realmente são. Talvez, esses poucos, assim como Anticristo, tenham a essência impressa no nome, porém a grandeza não se explica apenas por ele, e sim com toda a construção que será mostrada durante o longa.

Antes de mais nada é bom avisar que o filme pode chocar. E isso não é aquela baboseira que você provavelmente está acostumado a ler ou ouvir. É sério! Esqueça Jogos Mortais e O Albergue. Anticristo não teve o intuito de ser um filme de terror, muito menos ser comparado a esses dois citados, mas existem cenas fortes como os tais e é bom estar avisado disso. Aliás, creio que essa informação devia estar presente no pôster do filme: “Atenção! Este filme contém cenas fortes de mutilação e sexo. Apenas maiores de 16 anos podem assisti-lo.” Eu nem sei qual a classificação etária, mas pelo menos essa que eu disse é necessária.

Agora eu falarei o que achei do filme. Para começar, seguindo sua própria sequência, eu diria sublime. Logo na primeia sequência de cena somos tomados por uma trilha sonora envolvente, onde a fotografia em preto e branco nos transmite uma tranquilidade e calma tremenda. O que assusta é que tudo isso acontece numa cena trágica. No entanto, na cena também temos prazer. É uma mistura de prazer e tragédia, tudo acontecendo ao mesmo tempo. Lembrando-se que isso é apenas o começo. A primeira cena de muitas outras, e que aliás já mostra um ângulo do que está por vir e que muitos puritanos não irão gostar.

Após a tragédia as coisas começam a se formar. O filme passa a se dividir em três capítulos. Luto, Dor e Desespero. A tragédia que não citei, é a morte de uma criança, filho do casal protagonista – Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. A esposa encontra-se num luto desesperador, e seu marido tenta ajudá-la com sua própria profissão, a análise. Após algumas tentativas, tentando encontrar os medos de sua esposa, ele resolve ir até a cabana que possuem na floresta, para de uma vez por todas acabar com os medos de sua mulher. Na floresta muitas coisas acontecem, e se você quer saber é só ver o filme. Sinceramente não quero estragar nenhuma surpresa, seja ela boa ou ruim.

O filme precisa de atenção total. Nada de assisti-lo em família. Se for ver no cinema, vá sozinho. Se for alugar, também. Tente não comer nada durante ele, pois eu falo sério sobre a atenção que deve ser dada. Ele merece isso. Vá junto com ele, aprecie, entenda conforme queira e vá até o fim. Muitas coisas irão se misturar, como o medo, a religião, a loucura, a crendice, a cultura, o bem, o mal, e por aí vai. A simbologia do filme é grande, por isso não perca os detalhes. A natureza está representada como algo grande no filme. Mas quando eu digo natureza, leia como um todo. A natureza humana, a mãe natureza e qualquer coisa que se possa empregar esse nome. E essa natureza não parece ser tão boa na cabeça de Von Trier.

No fim, o filme torna-se um pouco perturbador, mas em nenhum momento dá vontade de sair antes do fim. Pelo menos não pra mim. Seus momentos sublimes ainda estão lá, e a cena final é tão confortante quanto a inicial, para compôr uma sincronia ainda melhor.

Os três mendigos

Caso queira assistir a entrevista em que Von Trier afirma ser o melhor diretor de cinema do mundo, é só acessar o site do Festival de Cannes. Além disso ele responde à outras perguntas, inclusive a que é questionado pelo porque ter feito esse filme. Pelo visto muitos ficaram chocados ou não entenderam o lado poético do filme. Se é que ele existe de verdade, não é?

;)

Chegou o dia da comparação

Publicado por: guxta em: Agosto 1, 2009

Finalmente! Chegou o dia da comparação. Depois de cerca de dois anos, mas tudo bem. Algumas pessoas irão me xingar ou reclamar com essa postagem, tenho certeza absoluta, mas antes de qualquer coisa lembrem-se que é apenas a MINHA opinião.

Desde quando comecei a jogar video game a minha preferência rondava os jogos de RPG e Estratégia. Digo, quando eu comecei a jogar pra valer. Não apenas como um passa tempo. Ou seja, isso acontece quando uma pessoa se interessa por um game, compra-o, faz de tudo possível dentro dele e aproveita ao máximo sua aquisição. Muito diferente de quem compra dez jogos ao mesmo tempo e joga todos no mesmo dia.

Infelizmente não pude saborear alguns títulos, de certa forma, antigos. Tudo graças a um pequeno imprevisto: um amigo. Mas isso não vem ao caso, o que essa postagem quer mostrar é uma batalha comparativa entre dois títulos de Xbox 360: Ghost Recon 2 – Advanced Warfighter e Call of Duty 4 – Modern Warfare.

… Ah! E como repararam, minha preferência sofreu um upgrade. Agora, além de RPG e Estratégia, sou um apaixonado por Shooter. Principalmente os táticos.

Eu não aguentava mais esperar para jogar CoD4. Minha mão coçava só de pensar. Ainda mais com o anúncio de sua continuação. A minha colaboração para o aumento de visualizações de alguns vídeos no youtube desse jogo foi significativa. Até que enfim o joguei e posso afirmar que me decepcionei. Bom, não tanto, afinal é um jogo divertido. Porém, lembrando de como era gostoso jogar GRAW2, e ainda por ter aguardado algo parecido, foi um balde de água fria na cabeça.

Para começar, GRAW2 é um jogo completamente tático. Alguns preferem chamá-lo de parado, mas infelizmente elaborar uma tática requer calma e faz com que ponhamos a cabeça para pensar. Consequentemente, isso faz com que tempo seja mais gasto e torne o jogo mais lento. No entanto, de forma alguma deixa o jogo chato. Muito pelo contrário. Jogar GRAW2 é quase estar em campo.

Minha principal implicância com CoD4 é por ele ser rápido demais. Quando você pensa em começar a reparar mais no cenário e seus detalhes gráficos, a missão já terminou. O que você mais viu foram tiros para lá e para cá e muitos – mas muitos mesmo – inimigos aparecendo e desaparecendo rapidamente. E o pior, muitas das vezes nem é você quem os faz sumir, e sim os bots que fazem parte do seu time. Talvez eu ainda ser um pouco inexperiente em CoD4 ajude para que eu tenha essa sensação de estar perdido no jogo, mas meu medo é que isso dure para sempre. Anda pra lá, anda pra cá, atravessa porta, segue seu time, mata, vê matarem, corre, abaixa, mira, volta, mira de novo, volta, atira, completa a missão. Não é pra mim. É como se dessem uma arma para um louco varrido e falassem que ele podia fazer o que quisesse com seu novo brinquedo. Imaginaram um cara correndo e gritando com uma arma na mão, atirando pra todos os lados? Pois é, isso é CoD4.

Muito bem! E GRAW2? Bom, GRAW2, como eu disse, é tático. Você pode até sair fazendo o mesmo que em CoD4, mas não se dará muito bem. Até porque não teria graça. O gráfico do jogo é maravilhoso e perdê-lo não vale a pena. Enquanto você caminha com a sua equipe por entre casas de uma cidade abandonada, ou montanhas, é o momento de reparar nos tão ricos detalhes. Se você escuta um tiro ou um barulho qualquer é hora de procurar algum lugar para se esconder e começar a pensar numa tática para derrubar o inimigo. Aí começa a diversão!

1º – Em GRAW2 vc tem uma opção que ganha muitos pontos. Você encosta na estrutura que está te protegendo dos tiros e consegue visualizar, com a cabeça chegando para o lado, onde seu inimigo está. Pode ser em pé ou agachado. Então, com cuidado, mira e pode começar a tentar acertá-lo.

2º – Além disso, você pode, protegido pela estrutura ou não, dar ordens ao seu time. Alguns homens o acompanham e estão ao seu dispôr. Você pode direcioná-los para uma determinada área, autorizando-os a abrir fogo ou ir apenas para reconhecimento ou aproximação. Além disso pode mandá-los ficarem na posição ordenada ou voltarem a seguir você.

3º – Existe um equipamento onde você pode fazer o reconhecimento de uma determinada área. No seu capacete, existe um visor onde é mostrada uma imagem. Essa imagem pode ser feita pela câmera dos soldados do seu time, onde ao mandá-los irem para um ponto, irá receber a visualização frontal deles, ou de uma espécie de robô, que nada mais é que uma mini câmera que voa pelo mapa possibilitando que uma vista aérea chegue até você.

4º – Você joga em 3º pessoa. Não completamente, apenas da cintura para cima. O que, na minha opinião, gera um conforto melhor. A mira é melhor realizada e consegue-se sentir mais o peso dos equipamentos. O som ao correr, ao abaixar, ao rastejar, enfim, são melhor sentidos quando é possível ver o esforço feito.

Não podemos esquecer de dizer que mesmo sendo mais parado, GRAW2 tem suas cenas quentes. Em determinados pontos de algumas missões o chumbo come! É uma batalha demorada. Não se pode apenas escolher um local, se esconder e ficar subindo e descendo pra matar aos poucos os inimigos. O negócio é ir de local para local, dando ordens e atirando. Imagine uma praça central de uma cidade tomada por uma guerra civil sendo praticamente um ponto de encontro para um tiroteiro entre homens fortemente armados. É delirante!

Alguns outros pontos existem, mas são muitos. Eu poderia ficar aqui escrevendo sobre GRAW2 o dia inteiro. Tem muito tempo que não o jogo, devido também ao imprevisto citado no início da postagem. Aliás, esse imprevisto acabou não só retardando meu desejo de jogar CoD4, como também me deixou órfão de GRAW2. Ah! Os “amigos” da onça são um caso sério…

Resumindo: CoD4 é um jogo lindo. Seus gráficos são maravilhosos. O ruim é não poder admirá-los melhor. Se o jogo possibilitasse um esquema tático e uma melhor organização, com certeza seria quase perfeito. Nunca joguei no MultiPlayer, mas dizem que é a melhor opção do game. Eu sou jogador de SinglePlayer. Mas meu voto final é com certeza de GRAW2. Na minha humilde opinião o melhor jogo – de shooter ou não – de Xbox, até então. Espero que Tom Clancy esteja preparando uma boa novidade para os fãs. E também espero que a UbiSoft não mude muita coisa na jogabilidade. Não precisa ser um GRAW3, mas que seja seguida a receita.

GHOST RECON 2 – ADVANCED WARFIGHTER

CALL OF DUTY 4 – MODERN WARFARE

Mais um esperado

Publicado por: guxta em: Julho 6, 2009

Em mais uma de minhas buscas por novos filmes, encontrei um novo título que passa a ser bastante aguardado por mim. Trata-se do remake de um filme dinamarquês de mesmo nome: Brothers.

Com um elenco agradável, incluindo Natalie Portman, Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire, Brothers consegue levantar essa expectativa, que junto com uma trama interessante forma um bom seguimento. Além do mais, já estava na hora de vermos Maguire em outros papéis. Marcado por Spider-Man, chegou a hora de mostrar se o talento mostrado em Seabiscuit ainda está na agulha.

A trama, que se conduz por trás dos panos de uma guerra no Afeganistão, mostra um soldado – Maguire – que havia sido declarado como desaparecido e morto. Seu irmão – Gyllenhaal – passa a cuidar da família do soldado, que compõe esposa – Portman – e filha. O problema é que esse cuidado acaba atingindo níveis mais íntimos, fazendo com que o irmão se torne realmente um marido e pai substituto. Por outro lado, o soldado é encontrado e está vivo.

Como um bom apreciador de drama, também puxado para suspense, fico animado com a trama inicial. O roteiro tem muita possibilidade de ser bem trabalhado. O trailer demonstrou isso, o que aumentou ainda mais essa minha positividade.

O lançamento acontece dia 4 de Dezembro, nos EUA.

Assistam o trailer

Assim que estiver disponível no youtube irei linkar o vídeo no blog

Um adeus doloroso…

Publicado por: guxta em: Julho 1, 2009

Me segurei por alguns dias para não fazer essa postagem. Não sei exatamente o porquê. Talvez para tentar ter mais força e razão nas palavras. Talvez por ainda esperar uma notícia de que era tudo mentira e que o rei do pop só queria mostrar a sua força ao mundo – e mostrou. Realmente não sei dizer o motivo, mas esses dois foram altamente cogitados.

Antes de mais nada eu queria dizer que, para mim, a partir desse momento, o mundo não tem mais nenhum dos seus maiores artistas. Primeiro Elvis. Depois John Lennon. E agora Michael Jackson. Esses dois últimos foram perdas enormes se lembrarmos do que cada um deles fez para o mundo. É impossível lembrar de John e não recordar sua massiva vontade de fazer um mundo melhor. O mesmo com Michael, que foi ainda além e não apenas com a música e palavras, fez gestos. Ele fez acontecer. Cuidou do que pôde, até onde pôde. A única diferença entre um e outro, comparando a minha pessoa, é que um eu pude acompanhar. Aos sete anos de idade eu já ouvia e gostava dessa grande figura. Por isso a dor é maior. Eu não li sobre ele. Eu não ouvi sobre ele. Eu presenciei ele. Pena que não ao vivo, algo que jamais poderei fazer, mas a lembrança de ter vivido essa época servirá de orgulho pelo resto da minha vida.

Vocês tem noção de quantos projetos humanitários ele realizou? A nível mundial eu conheço dois. Mas a nível pessoal ou para com os fãs ele fez muitos. Pensei em listar aqui, mas a postagem ficaria enorme. Para quem tiver a curiosidade de conferir, é só checar sobre Michael Jackson no Wikipédia.

Nesses últimos dias, desde a notícia, eu já revi especiais, documentários e shows dele. Já ouvi tantas vezes algumas músicas que elas não saem da cabeça. Especialmente Heal The World, a música que mais me toca e me faz cair em lágrimas, e Billie Jean.

É uma pena que a maioria de nós, fãs, tenhamos que levar um baque desses para fazer coisas assim. Retrospectos. Uma vez ou outra eu ouvia uma música do Michael, mas era muito pouco. Talvez seja pela reclusão dele nesses últimos anos. A gente ouvia mais sobre os escândalos que da própria música ou dos novos projetos. Quando uma luz parecia brilhar no fim do túnel, acontece isso. Na véspera de presenciarmos grandes shows do rei do pop, novos produtos como um dvd bem produzido e um cd novinho em folha. É triste, mas é a realiade. Aconteceu.

Só espero que Michael, John e Elvis estajam nesse momento juntos em seus esconderijos secretos. Espero também que ele tenha partido com a certeza de que o mundo pode ser maldoso, duro, sensacionalista, mas que a maioria tinha um carinho por ele, como artista e pessoa. Notícias aconteceram, fatos não. Até que se prove o contrário eu insisto na total inocência de um dos meus maiores ídolos. Ele brilhou e mostrou que era capaz. Nos ensinou, através de imagens e letras que muito é possível caso realmente queiramos. E para quem o julga, paciência… O importante é o legado que ficou gravado na história do mundo.

Michael Jackson
- O Rei do Pop -

29/08/1958 – 25/06/2009

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Ih, é hoje!

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