12 Horas de Sono

City Of Ember

Publicado por: guxta em: Janeiro 12, 2009

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que há muito tempo eu não assistia a um filme tão interessante. Não sei se o fato de não ter acompanhado a produção, que me levou a não guardar expectativas, tiveram a ver com a minha opinião sobre o filme, o que importa é que vi e gostei muito.

Eu acho super interessante quando acabamos de asssitir um filme e começamos a procurar coisas sobre ele. No início dos créditos, no final do filme, eu li que ele se baseava em um livro. Durante todo o tempo assistindo-o pensei: caramba isso daria um senhor livro. E não é, então, que veio de um? Me pus a procurar e encontrei algo interessante – viu, taí as coisas interessantes que encontramos quando pesquisamos mais a fundo um filme. O livro tem continuações. Não vou dar spoiler, mas o filme acaba com tanto gosto de quero mais que saber dessa informação é um alívio.

A autora do livro, Jeanne DuPrau, criou um mundo, ou uma cidade pra quem assim preferir, onde, além de mínima, depende de um gerador para dar ao habitantes a luz/eletricidade/energia que necessitam. Esse lugar se encontra à baixo de nossos pés, alguns bons metros à baixo do solo. Isso já torna a coisa toda interessante, porém, os detalhes que seguem a história criam uma melhor extrutura. Existem elementos de drama, suspense e uma comédia hilária provida pelo mestre – eu assino embaixo – Bill Murray. Nada escrachado, e sim aquela comédia que só ele sabe dar a Ghost Busters, por exemplo. Ele vive o prefeito da cidade, que mais está preocupado em garantir sua sobrevivência junto a uma boa e farta vida. Mas, pelo que entendi, ele apenas se acomodou, pois nada tinha a fazer já que uma caixa, onde estavam as coordenadas/informações para serem usadas em caso de emergência havia sumido. Essa caixa era passada de prefeito para prefeito, sendo que algo aconteceu com um deles e essa caixa ficou escondida até o dia de se destrancar – o relógio estava ajustado para abrir em 200 anos.

Dentre o elenco principal estão dois adolescentes. Saoirse Ronan (Desejo e Reparação), que interpreta Lina e Harry Treadaway, que interpreta Doon. Lina é uma mensageira. Ela leva mensagens às pessoas da cidade ao custo de 20 centavos – eu não faço a menor idéia de como é feito o dinheiro por lá, não mostrou. Ela foi parente do 7º prefeito da cidade, o prefeito que deixou que a caixa se perdesse. Doon é o filho de um homem, vivido por Tim Robins, cujo qual não sei lhes dizer se é um encanador ou um eletricista. Após conseguir se tornar encanador, descobre que seu pai havia tentado sair da cidade junto com um amigo, mas que a tentativa havia falhado, pois eles não tinham informações suficientes. Lina e Doon possuem a informação que falta e vão atrás da saída de Ember, a cidade das sombras.

Como eu já mencionei, existem continuações do livro. Até onde sei são três constinuações. Quatro filmes não seriam necessários, mas três acho que valeriam muito a pena. Ainda mais abordando as descobertas de um novo mundo completamente desconhecido. Os livros se chamam: The City Of Ember, The People Of Sparks, The Prophet Of Yonwood e The Diamond Of Darkhold.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Brasil apenas o primeiro tem tradução até agora, mas eu sinceramente espero que logo os demais sejam publicados. O primeiro é da eidtora Nova Fronteira – pelo menos a edição de 2005 – e possui 224 páginas.

Sobre o filme, me voltando para o conteúdo técnico, posso dizer que  impressiona na simplicidade do cenário da cidade que se olharmos com cuidado enxergamos muitos detalhes, principalmente nos edifícios. O figurino também é simples e carrega a idéia de que viveremos de trapos no futuro. O roteiro ficou gostoso, nem muito pesado e nem muito banal, mas como ele foi adaptado do livro e ainda não o li, fica difícil dizer se teve um bom resultado como adaptação. O elenco ficou bom, agradável e convincente – a não ser que uma menininha de 2 anos de idade não conte como café-com-leite. A direção de Gil Kenan (A Casa Monstro) foi boa, manteve um nível apurado para um gênero que geralmente leva fama de “infanto-juvenil”.

Não posso deixar de comentar a minha maior fobia durante o filme. Existem insetos gigantes que as vezes aparecem na cidade. Esses insetos são de fora da cidade, e fora da cidade se encontra um lugar bastante modificado da Terra atual. Não fisicamente, mas biologicamente.

Enfim, que venha o segundo filme. Eu sinceramente espero uma boa recepção do público. Minha segunda boa surpresa do ano. Comecei bem.

4 Respostas para "City Of Ember"

Comecei bem. [2]

:p

Hum… Sou fã do Tim Robbins e Bill Murray então, nem se fala.

Mas não sei não. Esse aí só vendo mesmo pra emitir alguma idéia!

Ah tive q fazer outor comentario aqui…
Hahahha
Vc me mata uma hora!
Mas esse eu tinha que brincar com vc…
IDEIA… Ideia agora nao tem mais acento :D
hahahhahahahaa
Eu lembrei daquele dia vc furioso com fato de ideia perder o acento, ai pensei… Vou sacaniar ele… Vim no blog e digitei no localizar ‘IDÉIA’ nao eh que eu achei?! HAHAHA
Brincadeiras a parte…
DOROCÊ! ;)

Pra mim esse acento, e outros, vão continuar existindo eternamente. Me sinto um jumento escrevendo idéia – ideia – sem acento.

Um dia eles se dão conta da burrada que estão fazendo e voltam atrás…

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