12 Horas de Sono

Um adeus doloroso…

Publicado por: guxta em: Julho 1, 2009

Me segurei por alguns dias para não fazer essa postagem. Não sei exatamente o porquê. Talvez para tentar ter mais froça e razão nas palavras. Talvez por ainda esperar uma notícia de que era tudo mentira e que o rei do pop só queria mostrar a sua força ao mundo – e mostrou. Realmente não sei dizer o motivo, mas esses dois foram altamente cogitados.

Antes de mais nada eu queria dizer que, para mim, a partir desse momento, o mundo não tem mais nenhum dos seus maiores artistas. Primeiro Elvis. Depois John Lennon. E agora Michael Jackson. Esses dois últimos foram perdas enormes se lembrarmos do que cada um deles fez para o mundo. É impossível lembrar de John e não recordar sua massiva vontade de fazer um mundo melhor. O mesmo com Michael, que foi ainda além e não apenas com a música e palavras, fez gestos. Ele fez acontecer. Cuidou do que pôde, até onde pôde. A única diferença entre um e outro, comparando a minha pessoa, é que um eu pude acompanhar. Aos sete anos de idade eu já ouvia e gostava dessa grande figura. Por isso a dor é maior. Eu não li sobre ele. Eu não ouvi sobre ele. Eu presenciei ele. Pena que não ao vivo, algo que jamais poderei fazer, mas a lembrança de ter vivido essa época servirá de orgulho pelo resto da minha vida.

Vocês tem noção de quantos projetos humanitários ele realizou? A nível mundial eu conheço dois. Mas a nível pessoal ou para com os fãs ele fez muitos. Pensei em listar aqui, mas a postagem ficaria enorme. Para quem tiver a curiosidade de conferir, é só checar sobre Michael Jackson no Wikipédia.

Nesses últimos dias, desde a notícia, eu já revi especiais, documentários e shows dele. Já ouvi tantas vezes algumas músicas que elas não saem da cabeça. Especialmente Heal The World, a música que mais me toca e me faz cair em lágrimas, e Billie Jean.

É uma pena que a maioria de nós, fãs, tenhamos que levar um baque desses para fazer coisas assim. Retrospectos. Uma vez ou outra eu ouvia uma música do Michael, mas era muito pouco. Talvez seja pela reclusão dele nesses últimos anos. A gente ouvia mais sobre os escândalos que da própria música ou dos novos projetos. Quando uma luz parecia brilhar no fim do túnel, acontece isso. Na véspera de presenciarmos grandes shows do rei do pop, novos produtos como um dvd bem produzido e um cd novinho em folha. É triste, mas é a realiade. Aconteceu.

Só espero que Michael, John e Elvis estajam nesse momento juntos em seus esconderijos secretos. Espero também que ele tenha partido com a certeza de que o mundo pode ser maldoso, duro, sensacionalista, mas que a maioria tinha um carinho por ele, como artista e pessoa. Notícias aconteceram, fatos não. Até que se prove o contrário eu insisto na total inocência de um dos meus maiores ídolos. Ele brilhou e mostrou que era capaz. Nos ensinou, através de imagens e letras que muito é possível caso realmente queiramos. E para quem o julga, paciência… O importante é o legado que ficou gravado na história do mundo.

Michael Jackson
- O Rei do Pop -

29/08/1958 – 25/06/2009

Rei do Crime

Publicado por: guxta em: Maio 25, 2009

Para quem não tem muita paciência em ficar horas jogando um game no console e curte, enquanto está no pc, jogar um joguinho simples de browser, fica a dica. Hoje, 25 de Maio, foi lançado no Brasil a versão traduzida de Rei do Crime. O jogo é da Nimrod Games, empresa que tem uma grande parceria com a XS-Software, responsável pelo Guerra Khan.

Trata-se de um jogo de gangsters. É bem parecido com o modo de jogo de The Crims, porém, possui um visual mais atrativo e opções maiores.

Acesse clicando na imagem à baixo, crie seu login e divirta-se!

Anjos & Demônios

Publicado por: guxta em: Maio 25, 2009

Creio que essa postagem é a que, até hoje, mais apertou o meu coração. Em 2006 é lançado no Brasil O Código Da Vinci. Eu, como um bom apreciador do tema, do qual envolve mistérios históricos e conspirações religiosas, após ler a sinopse, comprei o livro sem pensar duas vezes. Mais tarde, acompanhando a febre, é lançado outro título do autor: Anjos & Demônios. Eu que estava encantado com o primeiro – ele foi o responsável pelo meu pentagrama tatuado no pulso direito -, me deliciei com o segundo e o tomei como o meu preferido do autor. Em seguida é anunciada a adaptação de O Código Da Vinci para o cinema, e depois, a adaptação de Anjos & Demônios. E é aí que a minha decepção tem início.

Em O Código Da Vinci, contrariando muitas opiniões pelo mundo a fora, eu me satisfiz assistindo ao filme. Fui na estreia e adorei. Não me importava com as críticas. O importante era eu ter gostado. Quando li que Anjos & Demônios seria adaptado, me vesti numa expectativa enorme e mais uma vez cai nas garras da decepção. Ora, quem nunca se sentiu assim? A expectativa é algo que nos consome de uma tal maneira que é quase impossível ter uma boa experiência quando chega o dia tão esperado. Eu, na verdade, já sabia disso. Muitas vezes me armei de expectativas grandes demais para depois comprovar que ela estragaria o produto final. Mas assim como é impossível ver algo bom no dia tão esperado, é impossível não ter grandes expectativas quando se gosta muito de determinado coisa.

Anjos & Demônios não me deixou mais decepcionado pelo fato de eu gostar demais do tema abordado. Situações tensas que misturam religião, história, conspirações, sociedades secretas, etc. Resumindo: é um apanhado de mistérios, que misturam os fatos com a ficção. Mas infelizmente Ron Howard quis transportar o livro para as telas de uma forma muito crua. Isso me incomodou. Primeiro porque acarretou em um filme longo demais, que beirou – ou até conseguiu concretizar – a chatice. Afinal, se eu quero algo longo e detalhado demais, onde tudo deve ser explicado por palavras do persnagem, eu leio um livro ou assisto a um documentário. É certo que O Código Da Vinci também abusou um pouco disso, mas de alguma forma, não me cansou. Não me fez querer que, em uma hora e quarenta minutos de filme, estivesse acabando. Me prendeu, me deu personagens mais bem trabalhados.

Talvez o erro tenha sido no elenco. Em Anjos & Demônios quem realmente me fez aguentar mais de duas horas de filme foi Tom Hanks. Ewan McGregor bem que tentou o acompanhar, mas não conseguiu. Não me convenceu em nenhum momento que era realmente um carmelengo ou integrante praticante do catolicismo. Parecia que eu estava vendo o que na verdade eu estava vendo. Ou seja: um ator, com seu texto decorado, falando, falando e falando sem parar. Já em O Código Da Vinci é possível ir junto com os personagens. É possível se envolver e não imaginar que aquilo é apenas um filme. Tom Hanks igualmente maestral. Ian McKellen simpático, carismático, carrancudo e apaixonado. Jean Reno um pouco fechado, mas dando vida ao seu personagem de forma excepcional. Alfred Molina e Paul Bettany não muito grandiosos, mas cumplices e altamente bem colocados em seus devidos lugares. E por fim, Audrey Tautou numa doce interpretação, que deu um banho de água fria na nova “acompanhante” de Robert Langdon em Anjos & Demônios.

A fotografia de ambos é linda. A trilha sonora idem. A edição um pouco embolada, em ambas as adaptações, mas bem melhor na primeira. Um roteiro discreto em alterações adaptáveis, que ficou altamente claro que não era a ideia de Ron Howard em fazê-lo. Uma direção contestável, assim como muitas outras direções do mesmo diretor. Tudo muito balanceável, com acertos e erros. E no fim, posso afirmar que: Como filme O Código Da Vinci é melhor, e Anjos & Demônios funciona como livro, pois a única diferença entre os dois – livro e filme de A&D –  está no audio-visual, pois é o mesmo que reler de uma forma 2.0 – com algumas péssimas modificações e ausências, claro. É possível que no conforto de casa Anjos & Demônios melhore um pouco, porque, pelo menos, pode-se dar pause e ir ao banheiro ou dar uma volta pela casa.

Dia da Toalha – 25 de Maio

Publicado por: guxta em: Maio 25, 2009

 

HOJE É O DIA DA TOALHA!


HOJE É DIA DOS NERDS!

 

COMEMORE!

 

PEGUE SUA TOALHA E DIVIRTA-SE!

 

- Em homenagem a Douglas Adams -

42

Enfim chega ao fim

Publicado por: guxta em: Maio 1, 2009

O título pode até parecer algo bom, mas não é. Enfim chegou ao fim o sufoco que estava presente nos corações de muitos leitores de quadrinhos brasileiros. Infelizmente o fim desse sufoco não pesou para o lado positivo, e mais uma vez fomos esquecidos por uma editora no país.

A Pixel Media, editora que tinha os direitos de publicação dos títulos de quadrinhos do selo Vertigo e WildStorm no Brasil, encerraram seu contrato de exclusividade com a DC depois de dois anos – 2007 e 2008 – publicando diversos títulos em um mix mensal. Segundo o porta-voz do grupo Ediouro, do qual a Pixel faz parte, apenas continurão sendo publicados  Spawn e alguns outros especiais.

Desde Janeiro desse ano – 2009 – a editora sofreu uma reformulação. Com isso, os mix mensais não deram mais a cara nas bancas, para o desespero dos fãs. Passou-se Fevereiro, Março e no fim desse mês – Abril – veio a notícia. Daí tiramos a prova que o descaso das editoras com seus leitores não é coisa de nossa cabeça.

Eu até entendo que as vendas não devem ser altas. Esse problema não tem a ver com a crise atual, mas tem a ver com os títulos em si, afinal, o público que conhece tais quadrinhos não é grande como o público que conhece os títulos da Panini. Quem é fiel ao que lê, dificilmente irá deixar de comprar. Acredito que quem começou sua coleção desde 2007 não deixaria de fazê-lo, a não ser que algo definitivamente impossibilitasse isso. Claro que alguns casos devem ter ocorrido, mas realmente acredito que as vendas do início com as vendas atuais não sejam tão diferentes a ponto de parar a publicação.

Nesse cenário atual, nos restam algumas opções de editoras que possam tomar as rédias e nos abraçar. São elas: Panini - que já publica diversas revistas da DC e Marvel -, Devir – que já publicou muitos títulos de ambos selos, Vertigo e WS – e para finalizar, a Conrad – que também já publicou algumas coisas dos selos.

Eu aposto em um contrato sem exclusividade das editoras, pois assim, todas as três podem escolher os títulos que mais lhe agradem, trabalhar com eles e lançá-los sem que o tempo se torne um inimigo, já que muitos deles ainda permanecem inéditos no Brasil. O mais correto é pensar em encadernados. Mas não encadernados mix, como a Pixel fazia, e sim encadernados de apenas um título. E o mais sensato, no caso, é continuar, pelo menos por ora, o que a Pixel não terminou. Só então, depois disso finalizado, começar a pensar em novidades. Claro que alguns especiais ou minisséries ficam fora dessa idéia.

Duas editoras já deram seu parecer, falando sobre seus interesses agora que a Pixel abandonou os títulos. Mas nada foi confirmado ainda.

Panini:

“O que existe até agora são consultas de mercado de histórias em quadrinhos no Brasil pela DC em função do bom relacionamento que a Panini mantém com eles”

Devir:

“Dizer que a Devir não tem interesse pelos títulos da Vertigo/Wildstorm seria mentira. No entanto, as negociações com a DC não têm sido nada fáceis. Por isso, não podemos afirmar nada de concreto por enquanto”

A Conrad preferiu não se posicionar sobre o assunto.

Enfim, acredito que o melhor seria:

Devir:

- Encadernados de Fábulas, seguindo o padrão das publicações anteriores, e mantendo a sequência de onde parou, dando uma continuídade cronológica favorável. Os volumes sendo iguais ao formato encadernado americano.

- Encadernados de Y: O Último Homem, começando do zero, pois a Pixel deu início ao quadrinho em seu mix e antes do encerramento do contrato, já havia sido paralizada a sua piblicação. Os volumes iguais ao formato encadernado americano, também.

- Preacher, desde o início em encadernados.

- Lúcifer, desde o início em encadernados.

Obs: A Devir é uma editora que trabalha apenas com volumes luxuosos ou maiores, ou seja, prefere publicação de encadernados, sem uma periodicidade definida.

Panini:

- DMZ, com publicações mensais (desde o início).

- Hellblazer, com publicações mensais (desde o início).

- João das Fábulas, com publicaçõe smensais (desde o início).

Conrad:

- Os Livros da Magia, conforme já havia publicado (continuando).

- Sandman, conforme já havia publicado.

São muitos títulos bons para se rever, e ótimas editoras a se responsabilizarem. Nos resta aguardar para ver como isso irá ficar. Se é que vai ficar…

Por favor, leitores de quadrinhos, opinem sobre isso nos comentários!!! Deveria ser assim ou de outra maneira? COMENTEM!!!

Platão nas mãos de Maurício

Publicado por: guxta em: Abril 18, 2009

Precisa dizer mais alguma coisa? Então tá, eu digo…

“Vem cá! Vem! Te dá uma balinha… Vem cá!!!”

Se não entendeu, escute o NerdCast #156

Antiguidade

Ih, é hoje!

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